sexta-feira, outubro 24, 2008

OBRIGADO

Hoje é dia de agradecer a todos os meus visitantes a imensa paciência que têm tido ao longo de 700 intervenções que, aqui o Zé, foi colocando neste cantinho.

Deixo também um agradecimento muito sincero aos que foram deixando os seus comentários. Não serei um comentador muito assíduo, porque nem sempre o tempo me permite fazê-lo, mas vou procurando manter-me a par do que é publicado e sempre que há uma aberta também vou deixando as minhas impressões.

Porque hoje é dia de comemoração, fico-me por aqui, deixando apenas mais umas imagens como é meu hábito.


*** * ***
FOTOGRAFIA * PALÁCIO NACIONAL DA PENA



*** * ***
CARTOON
Pawel Kuczynski

Angel-Boligan

quarta-feira, outubro 22, 2008

PALÁCIO NACIONAL DA PENA

Para mim este é um monumento que tem muito de estranho e outro tanto de belo, especialmente no que toca à sua arquitectura. Não vos vou descrever o palácio, porque nada pode substituir uma visita ao local, mas deixo-vos umas fotografias e uma efeméride que se cumpre dentro de poucos dias.

“A 29 de Outubro de 1816, nasceu em Coburgo, Alemanha, D. Fernando II, Duque de Saxe-Coburgo-Gotha, o Rei Artista. De nome completo Fernando Augusto Francisco António, casou-se com D. Maria II, Rainha de Portugal, e foi regente do reino após a sua morte, em 1835.”

Foi precisamente D. Fernando II que mandou construir o Palácio da Pena e o maravilhoso Parque da Pena que eu visitei no domingo passado.

Nota: O texto em destaque foi copiado de um artigo do blog Para os lados de Sintra…, que recomendo a quem queira saber mais sobre Sintra e seus arredores.

*** * ***
FOTOGRAFIA



*** * ***
CARTOON
Uma face da política

O cheiro da rosa

segunda-feira, outubro 20, 2008

UM PASSEIO

A vida profissional e os compromissos associados nem sempre permitem que as famílias se juntem e passem momentos em conjunto. No passado domingo foi possível juntar parte da família, e nada como um passeio para aproveitar da melhor maneira o tempo.

Uma volta por Sintra, uma visita ao Palácio e ao Parque da Pena ocupou bem a manhã e abriu o apetite para o almoço. Se o monumento já não era propriamente uma novidade, com o tempo que fazia e com um sol maravilhoso, as máquinas fotográficas funcionaram quase ininterruptamente.

Não vos vou mostrar hoje fotografias do palácio, mas deixo-vos outras colhidas no parque, que apesar de já ter conhecido melhores dias, ainda encerra parte da sua beleza.



*** * ***
FOTOGRAFIA



*** * ***
CARTOON
JAL CARTOON

Fernando Pessoa in Fragadesenhos
698

RAPIDINHAS

Cultura (1) – Parece que o problema de falta de vigilantes nos museus nacionais está em vias de ter solução, não com uma solução duradoura para já, mas prometida para 2009. Segundo o director do Instituto dos Museus e da Conservação a partir do mês de Novembro vão ser celebrados contratos com 135 vigilantes, por um prazo de seis meses, e a partir de Janeiro vão ser iniciados os procedimentos necessários para a contratação com carácter definitivo para os museus. Vamos ver se é desta que a interminável novela da falta de pessoal nos museus termina de vez, pelo menos quanto ao pessoal de vigilância.

Cultura (2) – O projecto MatrizPIX já disponibilizou ao público na Internet, cerca de 30 mil imagens das colecções dos museus e palácios nacionais. O Zé já foi dar uma voltinha pelo sítio e, porque um dos meus interesses maiores é a azulejaria, fui directo às imagens disponibilizadas, constatando que existiam 422 disponíveis, de diversos tipos e locais, ainda que curiosamente não tenha encontrado nenhuma do Palácio Nacional da Pena, e apenas uma do Palácio Nacional de Sintra. Fiquei algo decepcionado, embora saiba que é um projecto que acabou de nascer, podendo vir a ser enriquecido nos próximos tempos, à medida que o interesse venha a aumentar.

Nota do Zé - Aqui ficam alguns exemplos de azulejos interessantes que ainda não constam do projecto MatrxPIX. Estas fotos podem ser divulgadas sem necessidade de nenhum pedido formal ou menção do autor.



*** * ***
FOTOGRAFIA DE AZULEJOS
Pormenor da Sala dos Brasões - Palácio Nacional de Sintra

Pormenor da Sala dos Brasões - Palácio Nacional de Sintra

Azulejos do Palácio Nacional da Pena

Azulejos do Palácio Nacional da Pena

*** * ***
CARTOON DA SEMANA
A Ordenha por Henrique Monteiro

sábado, outubro 18, 2008

SOMOS TODOS ACCIONISTAS

Depois de desabar a crise nos mercados financeiros, como que por milagre, deixaram de se ouvir as vozes que clamavam por uma maior independência dos mercados, que se insurgiam contra a intromissão dos governos no mercado e que enchiam a boca com conceitos ultra liberais.

Fiquei de algum modo espantado pelo facto de Cavaco Silva ter, em apenas 30 minutos, aprovado a garantia do Estado no valor de 20 mil milhões de euros, destinado às instituições bancárias, dinheiro este que é de todos os contribuintes, os mesmos que não foram informados das condições em que todo este seu dinheiro pode vir a utilizado, e de que forma vai ele ser restituído, a que prazo, e com que benefícios para os contribuintes.

Até hoje, não me consta que os bancos alguma vez tenham distribuído os seus lucros, sem ser pelos accionistas, agora, e porque estamos em vias de sermos accionistas forçados destas instituições, era natural que alguém nos viesse dar umas informações. Afinal o Estado somos nós, ou não será assim?

sexta-feira, outubro 17, 2008

CULTURA E CONTAS

A tarefa de qualquer ministro da Cultura será sempre difícil, em épocas de crise económica, nomeadamente quando o governo que integram se quer afirmar como reformista e modernista. Convenhamos que com um ministro que à partida, e sem conhecer os cantos à casa, afirma que pretende fazer mais com menos dinheiro, as coisas ficam mais simples para o chefe do executivo e para o ministro das Finanças.

Esquecidas as promessas eleitorais de ir subindo as dotações para a Cultura até ser atingido o patamar mágico de 1%, e com um ministro manietado pelas suas próprias palavras, eis que estamos confrontados com um orçamento cada vez menor, neste caso 2,4% abaixo do de 2008. É aqui que as coisas começam a ficar estranhas, surgindo José António Pinto Ribeiro, para os que não sabem é este o nome do actual ministro da Cultura, a dizer que o orçamento da Cultura cresce 0,4% face ao OE 2008.

Não pretendo discutir ou questionar os dados do senhor ministro, que salientou a permissão de reforços orçamentais de seis milhões de euros, concedidos pelo ministro das Finanças, ainda em 2008, mas mesmo com os 3,5 milhões de euros de verbas provenientes do jogo em 2009, o que se conhece do OE para 2009 fica mesmo assim abaixo do orçamento executado em 2008.

Outra curiosidade, impossível de descortinar no documento apresentado como OE para 2009, é o que decorre das afirmação do ministro de que o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), vai ter no orçamento um crescimento de 148 por cento para despesas normais e funcionamento, que permitirão que os museus funcionem em condições mais desafogadas do que em 2008.

Veremos em breve se estas afirmações do ministro da Cultura se confirmam na prática. O tempo corre muito depressa, e o Carnaval e a Páscoa já estão próximos, e nessa altura cá estaremos para ver se há mais vigilantes nos quadros dos museus e palácios para atenderem o público, ou se vai ser necessário recorrer, mais uma vez, a pessoal contratado à pressa e sem formação, para tapar de novo o buraco.

Finalizo com as previsões de alguns amigos ligados ao turismo, que calculam para o próximo ano um decréscimo de visitantes na casa dos dois dígitos, 10 a 12 por cento com algum optimismo, o que se irá traduzir num decréscimo de receitas geradas pelos museus, que talvez não estejam nos cálculos do ministério.



*** * ***
FOTOGRAFIA
The Unforgiven by fadilfb

Hidden From View by *Jazzhead

*** * ***
CARTOON
Tayo Fatunla

Derkaoui Abdellah

Oguz Gurel

quarta-feira, outubro 15, 2008

DIFICULDADES INFORMÁTICAS

Pelos vistos um governo tão empenhado nas novas tecnologias teve grandes dificuldades em apresentar à hora marcada o Orçamento de Estado para 2009, por dificuldades informáticas. Não sei se o Goraz terá razão, mas a piada do Magalhães não veio nada a propósito, porque fez-me recordar que o fisco ainda anda à caça da empresa que o fabrica. O senhor ministro podia ter evitado que isso me viesse à memória.

segunda-feira, outubro 13, 2008

PREOCUPAÇÃO

Não sei porquê, mas com tantos figurões a tentarem dar-me confiança, estou cada vez mais preocupado com a situação.
Zé Povinho

domingo, outubro 12, 2008

AINDA POR CÁ

Isto de ter obrigações profissionais e haver falta de pessoal, tem um inconveniente bem notório que transparece na regularidade com que ando por estas bandas, quer postando quer comentando noutros espaços.

O mundo não pára por causa de mim, e eis que Manuel Alegre quebra a disciplina de voto imposta pelo seu grupo parlamentar, o que para alguns é sinal coerência, para outros é tão só conveniente para José Sócrates que consegue agradar a algum eleitorado mais à esquerda, pelo que a quebra da disciplina de voto não terá consequências práticas e disciplinares.

No campo da política nacional temos ainda o caso dos voos da CIA, agora que o Ministério da Defesa espanhol se referiu à existência de um avião desses nas Lajes, que correspondeu a um silêncio absoluto das autoridades portuguesas, que quanto menos falarem no assunto menos se enterram.

Cavaco Silva também tem estado muito activo, e agora apela à união dos portugueses para ultrapassar a crise. Diz ainda que não é tempo de divisões e que podemos confiar nos bancos. Tanto quanto me parece são os bancos que não confiam uns nos outros, porque que se saiba ainda não houve nenhuma corrida aos bancos para retirar as suas economias.

Os apelos do 1º ministro, do governador do Banco de Portugal e do Presidente, na defesa das empresas financeiras nacionais começa a soar como um sinal de alarme para a população, sugerindo que o pânico já se começa a sentir nessas instâncias, que contudo não mostram o mesmo empenho na defesa do cidadão comum que enfrenta dificuldades há diversos anos, com o cinto no último furo e à beira da asfixia.

A economia mundial está muito enferma, o liberalismo económico mostrou o seu falhanço, cá dentro já são demasiados os anos de sacrifícios e não é possível continuar a exigir tamanhos sacrifícios indefinidamente, agora em defesa das empresas que estão na origem dos problemas económicos. Descer mais um degrau é condenar muitos mais ao desemprego, a fome para muitos e a instabilidade social.



*** * ***
FOTOGRAFIA
A Hope Of A Better New World by *magnusti78

moonlit rose by *AmiraMora

*** * ***
CARICATURA
Caricatura: Michael Schumacher

Caricatura: House

quinta-feira, outubro 09, 2008

CITAÇÕES

Por vezes utilizamos frases de pensadores e humoristas, ou recorremos a provérbios para reforçar uma ideia que queremos vincar. É prática normal e aceitável, que contudo não se estende a teorias mais complexas, como as económicas, dum modo tão linear como possa parecer à primeira vista.

Ouvi ontem da boca de um dirigente socialista português uma referência a John Maynard Keynes, a propósito de uma discussão económica, e fiquei admirado já que dificilmente consigo encaixar o socialismo com o pensamento económico de Keynes. Percebi desde logo que depois de tentar descolar-se do neoliberalismo, agora caído em desastre, a escolha de um teórico anterior a esta corrente talvez tenha sido uma tentação quase irresistível para um neófito na matéria, mas de qualquer modo desadequada

O orador, socialista, devia ter lido Keynes antes de o invocar, e teria reparado que o socialismo não era algo que ele tivesse em grande apreço como bem ilustra a frase “O socialismo é a crença mais estarrecedora de que o mais insignificante dos homens fará a mais insignificante das coisas para o bem de todos”, ou ainda uma outra "Não há evidência clara a demonstrar que a política de investimento socialmente mais vantajosa coincida com a mais lucrativa". Já agora, e no contexto da referência a Keynes, aqui fica a maior contradição “Deve-se notar que, para o estado aumentar a demanda efectiva, ele deve gastar mais do que arrecada, porque a arrecadação de impostos reduz a demanda efectiva, enquanto que os gastos aumentam a demanda efectiva”.

Concluo citando um provérbio, “quem te manda a ti sapateiro, tocar rabecão”.




*** * ***
FOTOGRAFIA
My Seagul by Danapra

oops! by Danapra

*** * ***
CARTOON
Myung Lae

Sevket Yalaz

quarta-feira, outubro 08, 2008

RAPIDINHAS

Justiça – Um Tribunal de Viana do Castelo atribuiu culpa a criança de 7 anos electrocutada por poste da EDP. Apesar do relatório apresentado por técnicos da EDP afirmar que havia no interior do poste de iluminação um cabo eléctrico que não estava devidamente isolado, o Ministério Público decidiu atribuir a culpa ao petiz, dizendo no despacho que “muito provavelmente, naquela altura, estaria a abanar o referido poste, fazendo-o oscilar”. Mais leitura edificante AQUI.

Publicidade – Os anúncios triunfalistas em torno do Magalhães, com a participação activa de José Sócrates e do governo em peso na distribuição dos pequenos computadores, teve efeitos colaterais que não são de desprezar. Começou logo por aparecer como algo de absolutamente inovador, o que não era verdade e muitos o denunciaram, também correu a informação que viriam equipados com o processador Atom, da Intel, mas afinal as máquinas foram distribuídas com o fraquinho Celeron, do mesmo fabricante, e até foram comercializados computadores destes a 285 euros na semana passada. Se no plano comercial tudo parecia correr sobre rodas, o mesmo afinal não se passava, para a empresa J.P. Sá Couto no campo da Justiça onde corre um processo de fraude fiscal relativo aos anos de 2000 e 2001. Talvez não seja nada de grave, mas com tanta publicidade “a fotografia” ficou muito manchada. Saiba mais AQUI



*** * ***
PINTURA
Venice-12 by stefanzhuty

New orleans by twichims

*** * ***
CARTOON
Patrick Chappatte

Cameron (Cam) Cardow

Bob Englehart

segunda-feira, outubro 06, 2008

O ESTADO EM PORTUGAL

O ESTADO DO RENASCIMENTO

“A análise dos governos, quer continentais quer ultramarinos, mostra claramente que, para o seu preenchimento, era dada preferência aos representantes da nobreza. Havia uma hierarquia de capitanias e governos-gerais, que permitia a graduação das nomeações e das transferências em função das categorias sociais e , também, da idade e da experiência. Certas capitanias estavam reservadas a determinadas famílias, com direito hereditário de transmissão: assim a de Ceuta, que pertencia aos Meneses e seus aparentados Noronhas, Tânger, na posse dos Meneses, ou Arzila, cujos detentores eram os Coutinhos. Com poucas excepções, cabiam aos filhos-segundos os comandos do Ultramar, visto que o primogénito de cada família tinha a função hereditária de gerir o senhorio respectivo no Continente do Reino.

Os lugares mais cobiçados e elevados eram, evidentemente, os de governador e vice-rei da Índia. Na sucessão deste cargo, ao longo dos reinados de D. Manuel I e D. João III, vêem-se surgir os apelidos de diversas famílias, com a preocupação de nunca o vincular ou demorar em qualquer delas: Almeidas, Albuquerques, Soares de Albergaria, Sequeiras, Meneses, Gamas, Sampaios, Cunhas, Noronhas, Sousas, Castros, Sás e Cabrais.”

Este texto da História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques, com as devidas adaptações, podia caracterizar com fidelidade o Estado da actualidade, mas isto é apenas a minha humilde opinião.



*** * ***
FOTOGRAFIA
::\

Ivan

*** * ***
CARTOON NACIONAL
O domador de leões por Henrique Monteiro

Crise localizada por Henrique Monteiro

sexta-feira, outubro 03, 2008

A JUSTIÇA QUE NÃO CONSIGO ENTENDER

Pai raptor tem de autorizar mãe a viajar com as filhas menores

A mãe das três crianças belgas alegadamente raptadas pelo pai e trazidas para Portugal, onde foram encontradas a mendigar, está indignada por ter de esperar mais um dia para poder levar as filhas para a Bélgica. É que lhe foi dito que o pai, que está a ser ouvido na justiça, teria de autorizar.

Mais AQUI

Entretanto ouvi na televisão que a mãe e as meninas já foram autorizadas a voltar à Bélgica, mas isso não me deixou de forma alguma tranquilo, porque o que se exige da Justiça é que seja lesta e eficaz na defesa dos mais fracos, neste caso crianças raptadas, e menos preocupadas com formalidades que se sabia serem dispensáveis, pelo menos desde 20 de Agosto e depois de ter sido provada a custódia das crianças pela mãe.

Não compreendi, e penso que são coisas deste género, a que vulgarmente se dá o nome de “excesso de garantismo” que desacreditam a Justiça e estão na base da sensação de insegurança por parte da população.



*** * ***
FOTOGRAFIA
Relíquias VII by Palaciano

Relíquias XI by Palaciano

*** * ***
CARTOON
Seyran-caferli

Tommy-Thomdean

quarta-feira, outubro 01, 2008

O ZÉ FEZ GREVE

O Zé, naturalmente, esteve de greve nesta quarta-feira, não por razões políticas ou obediência sindical, mas porque existem razões de queixa marcadamente de ordem de justiça que me “obrigam” a mostrar o meu descontentamento. Entre outras, podia nomear a estagnação na carreira, os aumentos (?) continuadamente abaixo da inflação e a forma desprestigiante como tem sido encarada a função pública, em especial pela classe política.

Não sou dos que ainda sonham assistir ao mea culpa dos governantes pelo estado deplorável a que se chegou na função pública, até porque a aposentação está à distância de alguns meses, mas ainda assim faço questão de manifestar o meu desagrado.

Sei que a minha atitude causa estranheza entre colegas do serviço, onde habitualmente só os funcionários das categorias mais modestas costumam aderir às greves, mas eu admiro muito quem age em conformidade com o que diz, e desprezo quem critica mas é incapaz de marcar uma posição, por cobardia como é o caso a que me refiro.

Quem não se sente não é filho de boa gente, e quem muito critica e reclama deveria ser coerente agindo em conformidade, em vez de rotular quem o faz, utilizando um direito que a Constituição nos confere a todos. Eu respeito quem não faz greve, estão no seu pleno direito, mas quando começam a queixar-se, aí deixam-me francamente irritado.



*** * ***
FOTOGRAFIA
Silvestre III by Palaciano

Silvestre by Palaciano

Silvestre II by Palaciano
688