quarta-feira, novembro 29, 2017
O PODER DAS RENOVÁVEIS
quinta-feira, agosto 18, 2016
A POLÍTICA E O PODER DO DINHEIRO
terça-feira, junho 07, 2016
MARQUES MENDES EM BICOS DOS PÉS
quinta-feira, novembro 19, 2015
quinta-feira, março 12, 2015
CEGUEIRA POLÍTICA
segunda-feira, setembro 22, 2014
O PODER SEGUNDO MAQUIAVEL
terça-feira, setembro 02, 2014
COISITAS QUE ME IRRITAM
segunda-feira, julho 19, 2010
O PODER DO SUBSÍDIO
A Cultura é dos sectores menos bafejados pelos dinheiros do Orçamento de Estado, mas mesmo assim consegue unir e dividir os diversos protagonistas da acção cultural, que se entregam a criar, preservar e difundir a Cultura deste país.
Ainda há pouco tempo se viu a união das pessoas da Cultura contra os cortes anunciados a meio do ano que iriam afectar o sector, mas curiosamente logo que a ministra disse que estavam garantidos os subsídios já atribuídos, se viu que os que viram satisfeitos os seus projectos se esqueceram de que muitos outros viram minguados os meios para as suas actividades, esses sim cortados sem apelo nem agravo.
Infelizmente há muitos agentes culturais que se deixam instrumentalizar com a concessão de subsídios ou por serem integrados em comitivas ministeriais, mas que pouco produzem para usufruto dos seus concidadãos. É a cultura politiqueira, mais preocupada com o seu umbigo, devoradora do subsídio, transformada em alfinete de lapela do político, qualquer que seja, que detenha o poder no momento.
Lamento que muitos que trabalham em prol da Cultura, empenhando-se a fundo nas suas tarefas, sem estarem à procura de reconhecimentos e honras, sejam traídos por verdadeiros pajens do poder instituído.
Pode gostar de ler AQUIsegunda-feira, fevereiro 09, 2009
CUIDADO COM AS PALAVRAS

Há algum tempo atrás ficou-nos na memória a ameaça de um tal Coelho, então com grande influência no PS, que afirmava que quem se mete com o PS, leva, e isso causou algum mau estar no meio político pelo excesso de linguagem de quem tinha responsabilidades políticas.
O tempo passa mas os tiques pelos vistos não se alteram assim tanto, e agora temos outro político, também este do PS, que adora malhar nos adversários políticos.
segunda-feira, outubro 06, 2008
O ESTADO EM PORTUGAL
O ESTADO DO RENASCIMENTO
“A análise dos governos, quer continentais quer ultramarinos, mostra claramente que, para o seu preenchimento, era dada preferência aos representantes da nobreza. Havia uma hierarquia de capitanias e governos-gerais, que permitia a graduação das nomeações e das transferências em função das categorias sociais e , também, da idade e da experiência. Certas capitanias estavam reservadas a determinadas famílias, com direito hereditário de transmissão: assim a de Ceuta, que pertencia aos Meneses e seus aparentados Noronhas, Tânger, na posse dos Meneses, ou Arzila, cujos detentores eram os Coutinhos. Com poucas excepções, cabiam aos filhos-segundos os comandos do Ultramar, visto que o primogénito de cada família tinha a função hereditária de gerir o senhorio respectivo no Continente do Reino.
Os lugares mais cobiçados e elevados eram, evidentemente, os de governador e vice-rei da Índia. Na sucessão deste cargo, ao longo dos reinados de D. Manuel I e D. João III, vêem-se surgir os apelidos de diversas famílias, com a preocupação de nunca o vincular ou demorar em qualquer delas: Almeidas, Albuquerques, Soares de Albergaria, Sequeiras, Meneses, Gamas, Sampaios, Cunhas, Noronhas, Sousas, Castros, Sás e Cabrais.”
Este texto da História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques, com as devidas adaptações, podia caracterizar com fidelidade o Estado da actualidade, mas isto é apenas a minha humilde opinião.
















