quinta-feira, janeiro 04, 2007

HOJE : MALES DO MUNDO

Tents for homeless people, provided by the French association "Enfants de Don Quichotte" (Children of Don Quichotte), line the beach in Nice January 3, 2007. The French association draws attention to the need for long-term accommodation solutions for France's homeless.
03 Jan 2007 REUTERS/Eric Gaillard


Homeless people warm themselves by a fire outside their makeshift tents on the outskirts of the northeastern Indian city of Siliguri January 3, 2007. Seasonally low temperatures of around 4 degrees Celsius (39 degrees Fahrenheit) have made for a bitter winter in northern India, and at least 27 people, most of them homeless, have died due to the cold over the last month, officials said.
03 Jan 2007 REUTERS/Rupak De Chowdhuri

Um devedor corre após de se ter incendiado em protesto contra o sistema imobiliário, diante do palácio governamental de Santiago. As chamas extinguiram-se quando o homem mergulhou numa piscina, tendo sido depois detido pelas autoridades.
©Reuters
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Conflitos, fome, desastres
Mapa interactivo aponta crises mundiais

A agência noticiosa Reuters lançou um mapa interactivo que permite situar e ler notícias sobre as crises que afectam os seis continentes, em tempo real
O novo mapa interactivo do serviço AlertNet, alimentado pela Reuters, combina a possibilidade de localizar crises provocadas por conflitos, fome, problemas de saúde e desastres em qualquer parte do mundo, e ler as notícias que a agência publicou sobre o que se está a passar no local.
Estas duas ferramentas, destinadas a jornalistas, podem ser consultadas por qualquer pessoa no site do AlertNet.
Marta Pires Miguel marta.p.miguel@sol.pt

2 comentários:

Mª Clotilde disse...

Não precisamos de mapas para descortinar a miséria, temos q.b. nas ruas das nossas cidades, nos bairros degradados, no interior e muita miséria escondida, quem sabe bem perto de nós.
A economia, eleita como prioridade absoluta de muitos governos, deixa muita gente de fora do desenvolvimento e da repartição da riqueza gerada, e estes são os excluídos do sistema que cada vez tem menos preocupações sociais.
Obrigada pelo tema de hoje.

Anónimo disse...

Algo depressivo, mas não menos verdadeiro