domingo, julho 08, 2018
BAIXOS SALÁRIOS E PRODUTIVIDADE
sábado, setembro 09, 2017
INJUSTIÇAS E REDISTRIBUIÇÃO
sexta-feira, janeiro 27, 2017
sexta-feira, dezembro 16, 2016
VEM AÍ UM ANO EXCEPCIONAL…
segunda-feira, dezembro 12, 2016
DISPARIDADES SALARIAIS EM PORTUGAL?
quinta-feira, outubro 13, 2016
TIROS NOS PÉS
quinta-feira, abril 14, 2016
O SIMBOLISMO DOS CONTRASTES
sexta-feira, dezembro 11, 2015
SABER LER OS SINAIS
segunda-feira, outubro 06, 2014
TAMBÉM EU QUERO SER BEM PAGO SR. PRESIDENTE
sexta-feira, novembro 05, 2010
CULTURA E SALÁRIOS
Nada tenho contra o projecto da Capital Europeia da Cultura 2010, em Guimarães, nem contra a valorização do nosso património e divulgação do mesmo. Não sei se vamos gastar muito ou pouco na preparação deste evento, nem posso fazer um juízo realista porque não sei o que se vai fazer em concreto.
A minha ignorância sobre as verbas destinadas ao evento, não obsta a que considere que 14.300 euros mensais de salário, para a presidente da Fundação Cidade de Guimarães, um exagero tendo em conta os salários praticados na função pública.
Poucas vezes concordo com a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, mas concordo que é “demais” e “inaceitável” este salário. Lamento que o autarca vimaranense, António Magalhães, que valoriza as “altas qualificações” de Cristina Azevedo, e que diz que “quem quer a nata tem que assumir essa responsabilidade”, como se os méritos se esgotassem na pessoa dessa senhora, que nem conheço.
Um salário de 14.300 euros até pode nem ser muito elevado, mas temos que ter em atenção que estamos num país onde o salário mínimo ainda está abaixo dos 500 euros mensais, e onde existe um grande desemprego. Temos que ter em conta a realidade, antes de tudo mais.


sábado, outubro 30, 2010
RAPIDINHAS
A verdade – Com a campanha que foi orquestrada pelo governo e por alguns comentadores políticos e económicos, ficou a sensação de que os funcionários públicos auferiam, no geral, chorudos salários de vários milhares de euros, e sem fazer nada. Afinal só 48% auferem mais do que 1.500 euros, isto apesar da percentagem de funcionários com habilitações superiores ser ainda maior do que os tais 48%. Demorou, mas lá veio alguma verdade ao conhecimento público.
O acordo – O acordo PS-PSD que se tinha transformado num folhetim informativo e num circo político e mediático com consequências graves para a economia do país, terminou. O Zé já tinha previsto que os dois partidos do centrão iam aprovar o OE de 2011, por muito que levantassem escolhos à sua aprovação, pretendendo assim demonstrar que eram menos iguais do que todos julgamos. Aí está.










