sexta-feira, dezembro 16, 2016
VEM AÍ UM ANO EXCEPCIONAL…
domingo, novembro 13, 2016
PORQUE SURGEM TRUMP’S?
sexta-feira, maio 20, 2016
A DIREITA EUROPEIA
sábado, fevereiro 13, 2016
ACTUALIDADE
1
segunda-feira, junho 30, 2014
OUTRA VEZ EM RISCO
quarta-feira, janeiro 22, 2014
TURISMO
segunda-feira, outubro 14, 2013
A IRRACIONALIDADE NA ECONOMIA
quarta-feira, outubro 09, 2013
OS CHUMBOS DO TC FORAM BENÉFICOS
sábado, julho 28, 2012
DESCULPA DE BANQUEIRO
segunda-feira, julho 16, 2012
FUTURO MAIS QUE CINZENTO
domingo, junho 10, 2012
INEVITAVELMENTE CHEGOU A VEZ DA ESPANHA
sexta-feira, junho 08, 2012
AGORA PIA MAIS FINO
segunda-feira, março 05, 2012
AS AJUDAS E A ECONOMIA
Portugal é um dos três países europeus alvos de programas de resgate, que envolve três entidades financiadoras, entre as quais está o Banco Central Europeu (BCE).
Os montantes dos programas de resgate foram diferentes para cada um dos países mas a taxa de juro cobrada pelos emprestadores é idêntica e ronda os 4,8%, que é uma taxa exagerada tendo em conta o preço do dinheiro no mercado para as ditas entidades.
Numa altura em todos os países alvo dos programas de resgate enfrentam altas taxas de desemprego, agravadas pelos programas de austeridade impostos pelos emprestadores, talvez seja altura de questionar toda a política económica europeia, bem como a hipocrisia do discurso político das instituições comuns.
Embora a União Europeia tenha começado já a falar em investimento na economia para incentivar o crescimento e diminuir o desemprego, o que é verdade é que a austeridade continua a ser a prioridade, pelo que tudo não passa de conversa.
O Banco Central Europeu concedeu à banca europeia, ainda há poucos dias, 489 mil milhões de euros a um juro de 1%, o que contrasta quer com o volume emprestado aos países em dificuldade, quer com a taxa a que eles ficaram obrigados.
Este comportamento das instituições europeias não garante minimamente um aumento do crédito à economia produtiva ou às famílias, antes dão liquidez aos bancos para financiarem os Estados a taxas de juro bastante mais altas.
Este procedimento das autoridades europeias e das suas instituições é uma autêntica dádiva aos bancos europeus e seus accionistas, que enriquecem à custa dos Estados cujos ratings sofrem o efeito negativo das constantes baixas de notação, e assim não arriscam minimamente no financiamento das empresas e das famílias.
Podem-me dizer que “é a economia, estúpido”, mas eu diria que estamos perante pura agiotagem e evidente favorecimento do capital especulativo, em detrimento da economia produtiva, o que levará a Europa a uma recessão profunda e a convulsões sociais incontroláveis a curto ou médio prazo.
















