terça-feira, dezembro 04, 2018
AS LEIS, OS ELEITORES, E OS ELEITOS
sábado, julho 01, 2017
A SEGURANÇA
sexta-feira, janeiro 13, 2017
CULTURA - PATRIMÓNIO NO SOFÁ
domingo, janeiro 08, 2017
MAUS CHEFES PÉSSIMAS DESCULPAS
quarta-feira, março 23, 2016
A OBEDIÊNCIA DO BANCO DE PORTUGAL
quarta-feira, dezembro 23, 2015
LUCROS PRIVADOS PREJUÍZOS PÚBLICOS
terça-feira, maio 05, 2015
A FALÊNCIA DOS VALORES
sexta-feira, março 27, 2015
NÃO ESTÁ TUDO LOIRO...
segunda-feira, maio 05, 2014
POLÍTICA POUCO LIMPA
POLÍTICA NACIONAL
terça-feira, outubro 15, 2013
A PIRÂMIDE INVERTIDA
quinta-feira, setembro 08, 2011
CREDIBILIDADE E RESPONSABILIDADE
Numa altura em que se fala do défice da Madeira, do buraco do BPN, e dos cortes e aumentos de impostos para cobrir o défice, e cumprir o acordo entre as troikas, surge o ministro das Finanças como porta-voz do executivo a tentar explicar esta trapalhada.
Não consegue mudar a opinião pública sobre a inevitabilidade das medidas, e muito menos provar que o governo está a cumprir as promessas feitas antes das eleições, apesar das tentativas esboçadas.
À frente desta equipa está Passos Coelho, que como o seu parceiro de coligação, Paulo Portas, temem os “tumultos” ou as greves segundo disseram. Os portugueses não são arruaceiros e também sabem que as greves lhes saem do bolso, mas também não têm sangue de lagartixa, e usarão dos seus direitos quando bem entenderem.
O regabofe dos políticos tem de acabar, e as responsabilidades pela má condução dos destinos do país têm de ser assacadas a quem as praticou. A credibilidade dos políticos passa pela sua responsabilização e pela justiça, e é bom que se convençam disso, pois o tempo começa a escassear, bem como a paciência dos cidadãos.
Credibilidade e responsabilidade são as duas faces da mesma moeda, e se aspiram a uma aceitem a outra.










