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domingo, janeiro 08, 2017

MAUS CHEFES PÉSSIMAS DESCULPAS

Já vamos estando habituados a ouvir os autoelogios de quem está na mó de cima, dizendo que são especiais, os melhores, os responsáveis pelos sucessos obtidos pelas equipas ou empresas sem o mais pequeno sinal de modéstia.

O vencedor quer carregar os louros sozinho e muitas vezes até se esquece de todos os envolvidos no sucesso obtido, porque a glória cega os vaidosos.

Como as coisas nem sempre correm pelo melhor, e o insucesso também faz parte da vida, nessas ocasiões a culpa é sempre das fracas equipas, dos erros de terceiros, ou a pobre conjuntura que afecta os resultados.


São poucos os chefes que sabem repartir os sucessos e assumir a responsabilidade dos insucessos, o que demonstra a sua fraca qualidade enquanto dirigentes ou responsáveis de equipas. 


quinta-feira, junho 19, 2014

UM CERTO PORTUGAL DE SUCESSO

Desde o consulado de Cavaco Silva que se ouve falar de empresários e de gestores de sucesso, que fizeram coisas inovadoras, ou que pura e simplesmente sobressaíram nas áreas onde se moviam.

Quem não se lembra dos nomes que dominaram o BCP, o BPN, o BPP, o BANIF e o Espírito Santo, para citar apenas alguns? Todos eles eram notícia ainda há poucos anos pelo sucesso à frente das suas instituições.

Os tempos mudam, a crise surge, e do sucesso passa-se ao descrédito, dos louvores passa-se às crítica, em alguns casos chama-se mesmo a polícia, mas quase todos eles passam incólumes a tudo isso, continuando à solta e bem na vida, como se nada se tivesse passado.

A memória dos portugueses pode ser curta, mas o que esses homens de sucesso fizeram pesa agora muito na carteira dos que pagamos impostos. Quem os elegeu como gente de sucesso continua a sua senda em bons cargos, com reformas chorudas e de carteira bem recheada, sem qualquer remorso e sem nenhum arrependimento.


Portugueses, meditem bem e vejam se não voltam a enganar-se na escolha que fazem quando vão às urnas, porque eles andam aí, e candidatam-se ao poder, ou encostam-se a outros nomes menos “desgastados” perante a opinião pública.


segunda-feira, outubro 11, 2010

ADAPTABILIDADE

Uma das razões do sucesso dos humanos enquanto espécie dominante foi o seu grande poder de adaptação aliado à inteligência. O tamanho, a força e as suas armas (no sentido físico) não suplantam as de muitas outras espécies que partilham connosco a Terra.

A adaptabilidade do ser humano é fantástica, e verifica-se em muitas áreas, não só nas que nos diferenciam das outras espécies, mas também no que nos diferencia uns dos outros.

Não me interessa aprofundar muito o poder de adaptação, mas tão só registar algo em que reparei um destes dias e que deita por terra muitas teorias dos nossos gestores e economistas. Nós somos muito versáteis e sabemos adaptar-nos sempre que necessário.

Passeava eu pelo Rossio, em Lisboa, numa manhã que nasceu solarenga e fui abordado por quatro ou cinco indivíduos que me tentavam impingir óculos de sol de marca, provavelmente contrafeitos, o que recusei seguindo para a minha vida. Ao meio da tarde, já depois de ter tratado do que me levara à baixa de Lisboa, passei outra vez pelo Rossio, e na altura começara a chover. Espanto meu, os tais indivíduos dos óculos, apressaram-se a guardá-los e tiraram dos sacos que carregavam uns chapéus-de-chuva e começaram a apregoar os ditos a plenos pulmões, e não foram poucos os transeuntes que se aproximaram e compraram os úteis adereços.

Quem disse que não sabemos adaptar-nos às situações?



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terça-feira, junho 02, 2009

O SUCESSO INDIVIDUAL

No mundo actual são demasiados os apelos para que todos tentemos ser indivíduos de sucesso, qualquer que seja o meio ou a actividade a que nos dedicamos. Na sua voracidade e imediatismo, a sociedade só se debruça sobre o indivíduo e sobre o feito pelo qual se distinguiu em algum momento.

A visão redutora de exaltar o indivíduo pelo feito, não é tão inocente como isso, e causa mais problemas do que benefícios, disso podem todos estar cientes. É curioso, e de certa forma pouco natural, que um mundo dito globalizado e interdependente valorize demasiado um qualquer indivíduo.

A humanidade vai percorrendo o seu caminho na senda do desenvolvimento, com os erros que caracterizam a espécie, fruto do trabalho de muitos biliões de pessoas, que utilizando as suas capacidades vão produzindo tudo o utilizamos e consumimos diariamente. Sem a conjugação de esforços de toda esta força laboral não teríamos chegado aos níveis de consumo e de alguma abundância (ainda que desigual) que podemos ver.

A pergunta que se pode fazer é: então porque é que há tantos apelos ao sucesso individual? Eu acho que todos devem meditar um pouco sobre isso, e talvez sejam muitos os que vão descortinar a quem interessa “bater incessantemente na tecla do sucesso individual”.



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