sábado, fevereiro 03, 2018
MUSEUS - ESTÁTUAS E PINTURAS OFENSIVAS
sábado, maio 06, 2017
CONTRA A CORRENTE
quarta-feira, fevereiro 08, 2017
AS MALDITAS MOCHILAS
domingo, janeiro 04, 2015
DITADURA EUROPEIA
segunda-feira, maio 11, 2009
PROVÉRBIO E OPINIÃO
Vou citar o provérbio tal e qual me foi comunicado, mas a vermelho e entre aspas registo a minha opinião:
«A falsa modéstia é a mais (in)decente de todas as mentiras»
sábado, janeiro 31, 2009
CAMPANHA NEGRA
Os casos sucedem-se, a Justiça é lenta e não consegue convencer os cidadãos de que trata todos por igual, o que não ajuda nada a encarar as trapalhadas que nos vão sendo mostradas, com o distanciamento e a serenidade convenientes.Nós somos meros espectadores, e vamos apenas apreciando o espectáculo que nos é proposto, e concluímos o que nos parece evidente, com muito pouca confiança no que será a conclusão da Justiça.
terça-feira, junho 17, 2008
PROVA DE VIDA
Aqui o Zé continua em repouso embora com umas pausas para os assuntos mais urgentes. Interrompi o descanso apenas para comentar o NÃO irlandês, e pensava não voltar ao teclado a não ser na volta à vida activa, mas resolvi dar resposta duas provocações de uns amigos.
Fui amavelmente questionado sobre as minhas reservas ao Tratado Renovador, ou de Lisboa, e sobre o preço dos combustíveis. Claro que tenho uma opinião, a minha, e só não abordei os dois assuntos porque estava a fazer uma pausa. Aqui vai!
Sobre o Tratado de Lisboa, as minhas reservas vão sobretudo para o facto de o poder estar centrado em instituições constituídas por burocratas que não estão legitimados pelo voto dos europeus. O Parlamento, onde estão os eleitos, tem menos poder efectivo que a Comissão, e não só, coisa que não entendo. Outra reserva vai naturalmente para o tipo de ratificação deste texto, que me parece pouco democrática, e basta-me falar do exemplo português para ser bem claro, mas podia ainda referir as reacções de alguns dirigentes europeus ao resultado do único referendo efectuado, para continuar a desfiar críticas ao desprezo manifestado pela vontade expressa nas urnas pelos irlandeses, por parte de governantes que juraram respeitar a Democracia.
Sobre os combustíveis, limito-me a dizer a energia em sentido lato é um factor de produção que pesa imenso no cálculo dos custos, e é precisamente o único que os políticos nunca referem, quando falam de competitividade e produtividade.
Posto isto, volto ao meu descanso, poupando assim energias, as minhas e as do país. Para os meus amigos fica um até breve, ainda sem data marcada.
sexta-feira, novembro 02, 2007
O VIRTUAL E O REAL
Alguns amigos meus dizem-me que sou demasiado optimista quando afirmo esta opinião, contrapondo que a dissimulação, o vedetismo, e os interesses desconhecidos tornam a blogosfera num mundo de mentiras. Quero acreditar que aqui consigo separar o trigo do joio, até porque na vida real também há dissimulação, vedetismo e interesses, além da preocupação real em não afrontar as posições dominantes, usando-se e abusando-se de frases politicamente correctas e socialmente bem aceites.
Na blogosfera penso que é mais difícil para quem mantém um blogue com alguma regularidade, esconder durante muito tempo a sua opinião, ou os seus sentimentos sobre os aspectos que comenta, bem como das matérias sobre as quais debita opinião.
Não acredito em mundos perfeitos, sei que temos de lidar com as nossas próprias imperfeições, pelo que não me iludo com essas coisas, embora tente manter algum optimismo quanto às pessoas, e continuo a acreditar que a liberdade da blogosfera tem as suas virtualidades, pelo menos enquanto se mantiver livre e aberta a todos.
sexta-feira, abril 13, 2007
SINAIS PREOCUPANTES
A justiça e a sua administração foram instrumentos, no passado, das restrições à liberdade de expressão e de imprensa. Nos nossos dias, temos uma justiça lenta, ineficaz, cara e muitas vezes injusta, só nos faltava que também tivesse algum papel negativo na liberdade de expressão ou de imprensa.
A incomodidade causada com a divulgação de algumas verdades, que põem em causa alguns poderes, económicos ou políticos já deu origem a ameaças de processos judiciais, o que é perturbador numa democracia. Agora vem a lume uma decisão judicial do Supremo que condena um jornal por ter noticiado uma verdade, justificando que as notícias “dão uma imagem particularmente negativa”. Desconhecemos se o veredicto e a sua fundamentação têm pernas para andar, mas lá que é preocupante, disso não temos dúvida.
Uma sociedade acrítica é uma sociedade amorfa e formatada à imagem da ditadura do poder.
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