Outra pergunta colocada foi sobre a possibilidade de se fazerem sanitários mistos para todos, o que sairia mais barato.
quinta-feira, agosto 22, 2019
A IDENTIDADE DE GÉNERO E O WC
Outra pergunta colocada foi sobre a possibilidade de se fazerem sanitários mistos para todos, o que sairia mais barato.
quarta-feira, janeiro 02, 2019
O PATRIMÓNIO EM 2019
quinta-feira, dezembro 27, 2018
QUANDO MAAT NOS CONFUNDE
quinta-feira, junho 21, 2018
UMA VAGA DE MUSEUS

A ideia terá partido daqui?
domingo, agosto 27, 2017
A CONFUSÃO INSTALADA
quarta-feira, junho 28, 2017
AS SOCIEDADES E OS SEUS SINAIS...
quarta-feira, maio 11, 2016
CONVERSAS DE TOILETTE
quinta-feira, julho 11, 2013
DEMOCRACIA CONDICIONADA
sexta-feira, janeiro 20, 2012
EXPLICAR O INEXPLICÁVEL
O líder da central sindical UGT, não consegue mostrar aos portugueses, nomeadamente aos seus associados, uma única virtualidade deste documento, ou uma só medida favorável aos trabalhadores e desempregados deste país. Não consegue porque não há!
Escusado será dizer que todas as explicações entretanto por ele dadas são ridículas. Primeiro veio dizer que o governo teria ameaçado que sem o acordo “iria cumprir e eventualmente ultrapassar” o memorando de entendimento Para seu azar, Vítor Gaspar veio reconhecer que o governo foi mais longe do que a troika exigia na execução de reformas no mercado laboral português.
O que era escusado, por ser mais do que ridículo, foi a afirmação de João Proença dizendo que tinha sido “incentivado” por altos quadros da CGTP a negociar o acordo com o governo. Isto é um disparate total, pois como é sabido a CGTP abandonou as negociações antes do seu final, tornando clara a sua posição quanto ao documento.
O desnorte do líder da UGT é evidente, pois a sua assinatura naquele acordo foi apenas favorável ao patronato, que vê satisfeitos os seus desejos, e para o governo que bem-feitas as contas, não cedeu em nada que favorecesse os trabalhadores.
Leia também ISTO e ISTO

sexta-feira, agosto 19, 2011
ANÍBAL, O GOZÃO
Hoje não estou a pensar no Aníbal que foi um grande general e que incluiu elefantes no seu exército. Esse foi um grande estratega e foi uma inspiração para outros que vieram depois dele, como Napoleão e o duque de Wellington.
Como diz o nosso povo, “Marias há muitas”, e certamente que também haverá uma boa quantidade de indivíduos com o nome de Aníbal.
Por cá temos um Aníbal, que também é Cavaco Silva, e que de vez em quando nos brinda com umas declarações, que para uns
devem ser inspiração, e para outros não passam de vulgaridades, para não dizer mesmo, piadas.
As últimas declarações conhecidas dizem que ele “aposta em turismo de qualidade”. Se estas declarações fossem lidas fora do contexto, talvez viessem explicar o aumento do IVA que atingirá a alimentação e portanto, a restauração e a hotelaria.
Lendo atentamente a notícia, ficamos a saber a opinião do Presidente da República, no Facebook claro está, e aí se lê que “foram cometidos erros em matéria de ordenamento do território” mas também que encontra “nos autarcas uma vontade firme de os reparar”.
Algarvio de nascimento, Cavaco Silva fala quase só do Algarve, e que além de olvidar o resto do território, diz acreditar que os portugueses “estão plenamente conscientes das dificuldades” que o país enfrenta, e encoraja-os a “recuperar forças e ânimo” no Verão para um novo período “de coragem e esperança”.










