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quinta-feira, agosto 22, 2019

A IDENTIDADE DE GÉNERO E O WC

O executivo fez sair o diploma sobre a identidade de género, e a confusão instalou-se com inúmeras interpretações, cada uma mais disparatada do que outra. Creio que algumas pessoas nem leram o diploma, mas todos têm uma opinião, como é habitual.

Já se criou sinalética adequada à situação e confesso que este sinal foi menos ridículo que encontrei numa busca aturada por muitos locais.

Em caso de suspeitas quanto ao género declarado, há sempre a possibilidade do recurso à apalpação? Esta foi uma pergunta que ouvi.
Outra pergunta colocada foi sobre a possibilidade de se fazerem sanitários mistos para todos, o que sairia mais barato.

domingo, março 04, 2018

MARKETING PASCAL

Aproxima-se a passos largos a Páscoa, com as suas tradições que incluem coelhos fofinhos e os ovos da Páscoa bem como as doces amêndoas. Nunca encontrei nenhuma relação entre o coelho e os ovos da Páscoa, por isso aqui está substituído por um Macaco, o que não deve fazer diferença nenhuma para as vendas desta Páscoa. 

Segundo a tradição, religiosa claro está, a Páscoa é uma época em que o peixe é recomendado, e não por razões dietéticas.


quarta-feira, fevereiro 21, 2018

DOUTORES HÁ MUITOS…



Em Portugal o “título” de doutor tem sido banalizado, e qualquer indivíduo com uma licenciatura, por mais “manhosa” que seja, acha-se no direito de exigir ser tratado por esse “título”, que está plasmado nos cartões de débito e de crédito, e nos endereços de correio electrónico, como se isso fizesse quase parte do seu nome.

Curiosamente o Bastonário da Ordem dos Médicos, afinal os verdadeiros doutores, em muitos países, está a pensar avançar com uma proposta revolucionária, no sentido em que “os médicos deixem de ser chamados doutores”.

Enfim, tudo isto fica tão perto da frase do Vasco Santana, “chapéus há muitos, meu palerma”, que até dá vontade de rir…


segunda-feira, outubro 09, 2017

AJUDEM A MADONNA...

Como bom "tuga" decidi ser prestável para com a Madonna na sua saga para encontrar casa em Lisboa ou nos seus arredores, o que parece ser uma tarefa difícil para a cantora.

Existem as propriedades que estão anunciadas nas imobiliárias, que no caso das mais dispendiosas e com algum charme, viram os seus preços disparar sabendo que a celebridade procura algo do género.

Há sempre algo que não está anunciado, nem parece estar disponível, mas para uma grande estrela existem sempre algumas facilidades que não estão ao alcance dos simples mortais.

Sugiro à Madonna uma visita, fora de horas, ao ministro da Cultura, e uma conversa de pé de orelha com o dito sobre o seu interesse nesta propriedade da foto.

A argumentação mais sólida para o seu interesse pode ser a utilização do mesmo para futuros vídeos promocionais das suas canções, que seriam óptimas para a promoção turística do país.

As vantagens desta aquisição para a diva seriam múltlipas, pois teria espaço para viver à sua vontade, a segurança estaria garantida pela tropa, que naturalmente quereria manter ao seu serviço, os filhos teriam espaço para andar de patins e para treinar as suas habilidades futebolísticas, a biblioteca serviria para se entreter quando tivesse insónias, e sempre podia restaurar os dois carrilhões, de modo a tocar as suas músicas preferidas, em alternativa aos seis órgãos. Os passeios a cavalo na tapada militar seriam privados e na liberdade do campo.

Todos ficariam a ganhar com a compra desta mansão real, a começar pelo Estado que garantiria a sua preservação, a cantora que teria uma mansão à altura do seu gabarito, e o povo de Mafra que teria verdadeiras romarias à sua terra para poder vislumbrar alguma descontracção da Madonna... 


terça-feira, setembro 26, 2017

PORTUNHOL FUTEBOLÊS

Há quem não tenha mesmo jeito para línguas e não aprenda com os erros...

Felizmente vai conseguindo fazer-nos rir.


sexta-feira, julho 14, 2017

SITEMA DE SEGURANÇA MODERNAÇO

Para o visitante típico de museus, palácios e monumentos, a segurança do Património exposto nestes locais é da inteira responsabilidade dos vigilantes que encontram enquanto os visitam.

Infelizmente estão ligeiramente equivocados, primeiro porque estes têm poucos instrumentos legais para actuar, para além da admoestação firme mas cortez, e estão sempre limitados pelo número de salas a seu cargo, pela consciência cívica dos visitantes, e pelas condições expositivas, que não são da sua responsabilidade, claro.

Deixo-vos aqui um tesourinho da segurança museológica, composto por fio de pesca amarrado às peças, que já não via desde os anos 60 num monumento nacional. Estas peças. e outras também atadas a fio de pesca, estão a menos de um metro de distância das cordas delimitadoras, o que diz tudo... 
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