A política nacional já parece tirada da fantasia da banda desenhada, mas sem qualquer graça, tal a falta de qualidade do discurso.
A Europa que nos venderam mostrou-se uma decepção e se os nossos representantes na dita são desta natureza então estamos entregues à bicharada...
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terça-feira, março 11, 2014
sexta-feira, janeiro 20, 2012
EXPLICAR O INEXPLICÁVEL
João Proença, o líder da UGT, tem pela frente a tarefa impossível de tentar explicar o inexplicável, que foi a assinatura do chamado Acordo de Concertação Social.
O líder da central sindical UGT, não consegue mostrar aos portugueses, nomeadamente aos seus associados, uma única virtualidade deste documento, ou uma só medida favorável aos trabalhadores e desempregados deste país. Não consegue porque não há!
Escusado será dizer que todas as explicações entretanto por ele dadas são ridículas. Primeiro veio dizer que o governo teria ameaçado que sem o acordo “iria cumprir e eventualmente ultrapassar” o memorando de entendimento Para seu azar, Vítor Gaspar veio reconhecer que o governo foi mais longe do que a troika exigia na execução de reformas no mercado laboral português.
O que era escusado, por ser mais do que ridículo, foi a afirmação de João Proença dizendo que tinha sido “incentivado” por altos quadros da CGTP a negociar o acordo com o governo. Isto é um disparate total, pois como é sabido a CGTP abandonou as negociações antes do seu final, tornando clara a sua posição quanto ao documento.
O desnorte do líder da UGT é evidente, pois a sua assinatura naquele acordo foi apenas favorável ao patronato, que vê satisfeitos os seus desejos, e para o governo que bem-feitas as contas, não cedeu em nada que favorecesse os trabalhadores.
O líder da central sindical UGT, não consegue mostrar aos portugueses, nomeadamente aos seus associados, uma única virtualidade deste documento, ou uma só medida favorável aos trabalhadores e desempregados deste país. Não consegue porque não há!
Escusado será dizer que todas as explicações entretanto por ele dadas são ridículas. Primeiro veio dizer que o governo teria ameaçado que sem o acordo “iria cumprir e eventualmente ultrapassar” o memorando de entendimento Para seu azar, Vítor Gaspar veio reconhecer que o governo foi mais longe do que a troika exigia na execução de reformas no mercado laboral português.
O que era escusado, por ser mais do que ridículo, foi a afirmação de João Proença dizendo que tinha sido “incentivado” por altos quadros da CGTP a negociar o acordo com o governo. Isto é um disparate total, pois como é sabido a CGTP abandonou as negociações antes do seu final, tornando clara a sua posição quanto ao documento.
O desnorte do líder da UGT é evidente, pois a sua assinatura naquele acordo foi apenas favorável ao patronato, que vê satisfeitos os seus desejos, e para o governo que bem-feitas as contas, não cedeu em nada que favorecesse os trabalhadores.
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