quarta-feira, setembro 28, 2016
OS BANCOS ALEMÃES (MAUS)
domingo, julho 17, 2016
A EUROPA DOS BANQUEIROS
quarta-feira, junho 15, 2016
OS BANCOS E OS GRANDES DEVEDORES
segunda-feira, dezembro 21, 2015
terça-feira, dezembro 15, 2015
O ESTADO, OS BANCOS E OS BANQUEIROS
segunda-feira, junho 30, 2014
OUTRA VEZ EM RISCO
quarta-feira, dezembro 01, 2010
OS BANCOS NÃO SÃO SEGUROS
À frente de todos os problemas está a desconfiança entre eles mesmos, que é tanta que se recusam a emprestar dinheiro uns aos outros, temendo o incumprimento e a falta de liquidez. Se quiser juntar mais um problema mais sólido ainda, temos o facto de os nossos bancos estarem nos últimos tempos dependentes do BCE, que tem sido a sua tábua de salvação.
A banca nacional, e não só, escorrega a alta velocidade para a fossa, e com ela as nossas economias. Talvez mesmo assim haja quem julgue que estou a ser pessimista e que a nossa banca apresenta uma solidez invejável, e que vai resistir ao secar dar das fontes de financiamento externas, como transparece do discurso oficial.
Os optimistas que se cuidem, porque se não ficarem em risco de perder as suas economias, arriscam-se no mínimo a pagar enormidades só por terem os seus depósitos nos bancos.
Podem ler ISTO, ISTO ou ISTO
domingo, novembro 23, 2008
BOLAS, É DOMINGO!
Quando posso descansar um pouco, tento esquecer-me das notícias, mas basta ir ao café e trocar dois dedos de conversa com os amigos para começarmos a nos inteirar das últimas.
O maioral do BPN até há pouco tempo ficou detido na cadeia VIP, indiciado pela prática de sete crimes. Não sei porquê, mas lembrei-me logo do Vale e Azevedo e afivelei um sorriso cínico, para não ter de comentar a notícia.
O assunto da “nacionalização” do BPN também veio à baila, e logo alguém atirou com o caso mais recente, o do BPP, um banco que geria grandes fortunas e que estará necessitado de 750 milhões de euros para manter a actividade, isto já para não falar dos outros grandes bancos nacionais que também já anunciaram ir recorrer ao aval do Estado.
Ganda nóia! Então andavam por aí a dizer os senhores economistas e os grandes gestores que os problemas de competitividade do país residiam essencialmente na fraca produtividade e nos elevados custos da mão-de-obra nacional, e agora revela-se que os grandes problemas económicos afinal são devidos a más gestões, péssimos investimentos, abuso de especulação e péssima previsão dos resultados inerentes às práticas levadas a cabo.
O dinheiro que era escasso para remunerar o trabalho, afinal ia para a especulação, e agora que isso deu raia, recorre-se ao “chapéu” Estado para obter garantias e grandes injecções de capital, de modo a não ir tudo por água abaixo.
Se também neste campo se pudesse usar a avaliação do desempenho, qual seria o veredicto dos novos accionistas (todos nós), sobre a actuação do Banco de Portugal, o Ministério das Finanças e os gestores dos bancos que agora recorrem ao Estado (outra vez nós), depois de durante mais de uma década terem apresentado lucros verdadeiramente fabulosos, que afinal foram para ao bolso de alguns, que agora não têm ou não querem assumir o risco de investir nessas instituições?













