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quarta-feira, março 22, 2017

OS ESTEREÓTIPOS DO EUROGRUPO

Existem cada vez mais políticos europeus que não conseguem disfarçar a sua intolerância para com outros povos, julgando-se superiores. Já assistimos a isto no passado e deu no que deu, por isso não existe outra opção que não seja a de condenar gente desta laia, exigindo que sejam apeados dos cargos europeus que ocupam. 

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Sou mesmo um pateta...

Gostava de ser considerado "o exterminador"

terça-feira, novembro 22, 2016

MAFRA – ACTUALIZAR AS LEGENDAS

Há alguns meses falou-se muito da intenção demonstrada pelo Rijksmuseum de alterar o nome de algumas das suas obras devido ao facto de terem recebido reclamações, segundo as quais algumas pessoas diziam estar incomodadas com alguns termos utilizados nas legendas de algumas peças.

Termos como “preto”, “negro”, “mouro”, “anão” ou “selvagem” fazem parte da linguagem que seria actualizada, como resposta ao desconforto de uma parte dos visitantes.

Na minha recente visita ao Palácio/Convento de Mafra, e muito admirado pela falta de legendas, que sendo poucas podiam (e deviam) ser menos amadoras, e uma chamou-me a atenção pelo seu carácter inutilmente elitista.

A referência a “pessoal superior”, mostrada no seu contexto na imagem abaixo, é absurdo, até porque nunca vi nenhuma equivalência de “nobre” ser denominada como “pessoal superior”, mas acredito que a legenda tenha sido elaborada por algum técnico superior, o que pode (?) explicar a confusão.

Em rigor nem na situação dos aposentos em questão, o quarto de camarista, no piso nobre, é superior ao dos criados do sexo masculino (pessoal inferior?), que estavam situados nos mezaninos (acima do piso nobre).


Estamos em crer que a designação infeliz será corrigida em breve, e que as novas tabelas prometidas para 2017 venham a ter uma qualidade condizente com este conjunto monumental, porque há que ultrapassar esta “pobreza franciscana”. 

A
Cela fradesca

quarta-feira, setembro 28, 2016

OS BANCOS ALEMÃES (MAUS)

Durante alguns anos os países europeus que entravam em dificuldades económicas, e cujos bancos fraquejavam, eram alvo de resgates que a Europa tratava de modo a serem um castigo exemplar para esses países, declarados indisciplinados e pouco respeitadores das boas regras.

É preciso não esquecer que a crise que atravessamos foi causada por bancos, e pela ganância que os levou a produzir produtos tóxicos, e que os efeitos se fizeram sentir com mais força nas economias mais débeis, como a nossa.

A superioridade demonstrada de vários modos pela Alemanha, sempre à frente das medidas gravosas impostas aos mais necessitados, acabou por ser desmascarada não só pelos proveitos que a sua economia teve com “as ajudas” aos países resgatados, mas também pelo escândalo da VW, que mostrou a falta de rigor da sua indústria, mas também pelos problemas da sua banca, que são de uma escala muito superior à dos bancos dos países do resgate.

As dificuldades do Deutche Bank e do Commerzbank, este último já alvo de resgate pelo estado alemão por duas vezes, são muito mais perigosas para a Europa e para o euro, do que os problemas dos nossos bancos todos.


Ninguém fica contente por estes problemas que afectam os bancos alemães, mas o rigor e a superioridade com que a senhora Merkel e o seu ministro das Finanças nos acenou quando precisámos de ajuda, era afinal apenas uma treta.