terça-feira, julho 24, 2018
O REI E A MÚSICA
sábado, maio 26, 2018
QUEREM MESMO QUE ACREDITEMOS?
A realidade pode ser muito cruel,
e neste caso é definitivamente impiedosa. Os restaurantes, a hotelaria e os
hipers são, na sua maioria, dos sectores que mais mal pagam e que mais
trabalhadores precários empregam.quarta-feira, janeiro 24, 2018
O MUSEU DA MÚSICA EM MAFRA
sábado, dezembro 31, 2016
NÃO ERA PARA SER ISTO, MAS...
sábado, setembro 24, 2016
segunda-feira, julho 11, 2016
sexta-feira, março 04, 2016
MÚSICA EM PORTUGUÊS
sábado, novembro 15, 2014
SACCO E VANZETTI
sexta-feira, setembro 05, 2014
quarta-feira, maio 07, 2014
MÚSICA E LETRA
faz negócio um charlatão
vende perfumes de lama
anéis de ouro a um tostão
enriquece o charlatão
as mulheres não têm marido
um está preso, outro é soldado
um está morto e outro f´rido
e outro em França anda perdido
a ver o que cá se lavra
sete ratos, três enguias
uma cabra abracadabra
o charlatão vive à larga
chegam-lhe toda a semana
em camionetas de carga
rezas doces, paga amarga
os catraios passam fome
têm os dentes enterrados
no pão que ninguém mais come
os catraios passam fome
a ver o que cá se lavra
sete ratos, três enguias
uma cabra abracadabra
charlatões e charlatonas
discutem dos seus assuntos
repartem-se em quatro zonas
instalados em poltronas
entra o frio nos buracos
dorme a gente nas soleiras
das casas feitas em cacos
em troca de alguns patacos
a ver o que cá se lavra
sete ratos, três enguias
uma cabra abracadabra
vai o passo de um anão
vai o rei que ninguém quis
vai o tiro dum canhão
e o trono é do charlatão
vai o passo de um anão
vai o rei que ninguém quis
vai o tiro dum canhão
e o trono é do charlatão
a ver o que cá se lavra
sete ratos, três enguias
uma cabra abracadabra
segunda-feira, abril 28, 2014
RECOMEÇAR COM MÚSICA
segunda-feira, fevereiro 03, 2014
BALELAS ELEITORAIS
sábado, agosto 24, 2013
domingo, março 17, 2013
O PAÍS VAI DE CARRINHO
sábado, janeiro 19, 2013
sábado, maio 26, 2012
DANÇA E CINEMA
domingo, abril 03, 2011
ESTE DOMINGO É DE VALSA
Pode colocar os phones no lugar e começar a ouvir o que está lá mais abaixo.

STRAUSS I I
(1825-1899)
Johann Strauss II é considerado o músico mais famoso de toda a família Strauss. Ele nasceu em Viena, em 25 de Outubro de 1825. Empregou-se como bancário para satisfazer o pai, embora estudasse violino sem seu conhecimento. Desde os dezasseis anos, Schiani (o apelido familiar do compositor) compôs música dançável e cada vez mais popular. Sua produção chegava a uma média de duas valsas por mês. Na forma, elas tinham certa semelhança com as criadas por seu pai, com uma introdução lenta e as melodias de grande inspiração, mas com os detalhes harmónicos e orquestrais mais ricos e subtis.
Aos dezanove anos aprontou uma surpresa para o pai: ao regressar de uma tournée, Johann Strauss I encontrou as ruas de Viena repleta de cartazes: ‘Johann Strauss II apresenta sua orquestra e suas valsas’. Ficou mais estarrecido ainda quando, ao mandar emissários para o concerto, recebeu notícias avassaladoras. Em 15 de Outubro de 1844, a orquestra de seu filho foi obrigada a voltar ao palco dezanove vezes para repetir a sua valsa Epigrama. Durante algum tempo, as orquestras de pai e filho foram concorrentes, mas com a morte do patriarca dos Strauss, em 1849, elas se juntaram. Quando chegou ao principal salão de Viena, Johann II recebeu de um dos músicos o violino que pertencera a seu pai e, com ele, conduziu as orquestras finalmente unidas. Na plateia, um cartaz previa o futuro do jovem: ‘Viva o rei da valsa’.
O novo regente dividiu a orquestra em quatro grupos e, a cada noite, regia um após o outro. Aos vinte e nove anos, a fadiga o levou a delegar a seu irmão Josef parte dessa tarefa. Com isso, o jovem e próspero músico pôde dedicar-se à composição, além de viajar pela Europa e Estados Unidos, onde realizou uma apresentação histórica, ao reger uma orquestra de quase 1.000 músicos na comemoração dos 100 anos da independência americana, em 1876, na cidade de Boston.
Elegante, esguio, com brilhantes olhos negros e escura cabeleira ondulada, Johann II compôs sua obra mais popular, O Danúbio azul, depois de se casar com Jetty Treffz, seis anos mais velha do que ele. O Danúbio azul se transformaria, praticamente, no hino de Viena e serviu como tema musical do filme de Stanley Kubrick ‘Uma odisséia no espaço’ (1968). Seguiram-se composições também antológicas, como Vozes da Primavera, Sangue vienense, Vida de artista, Contos dos bosques de Viena, Vinho, mulheres e música, Valsa do imperador, Rosas do sul. O compositor foi casado, ainda, com Lily Dittrich e Adela Deutsch.
A criação da opereta O morcego (1874), considerada a sua obra-prima, teve uma influência decisiva de seu amigo Offenbach, o mais importante compositor de óperas cómicas da Europa na época e que esteve em Viena por volta de 1870. Depois de O morcego, em que exaltava a alegria de viver em Viena, Johann II compôs mais 13 operetas, deliciosas crónica de costume. Entre seus amigos famosos estava também o compositor Brahms. Consagrado em vida, ele recebeu do imperador Francisco José o maior de todos os elogios para quem, na juventude, teve ideias republicanas: ‘Tu também és imperador’.
Ao morrer, aos setenta e três anos em 3 de Junho de 1899, Johann Strauss II, deixou um património musical de 479 obras, entre valsas, polcas, operetas e, para sempre, nos corações apaixonados, o sublime encanto que uma valsa de Strauss provoca quando se entrega ao prazer absoluto de sua música divina. Pode-se dizer que Johann Strauss II, além de seus dotes extraordinários de músico, foi símbolo de uma época que glorificava, com suas músicas, uma alegria de viver jamais superada.
Strauss II é considerado o rei da valsa. Suas mais conhecidas obras neste género são: Contos dos bosques de Viena (1868), O Danúbio azul (1867), Rosas do sul (1880), Sangue vienense (1871), Valsa do imperador, Vida de artista (1867), Vinho, mulheres e música, Vozes da primavera. O morcego (1874) é a sua principal opereta, seguido de O barão cigano (1885).
Texto original
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
CULTURAS
terça-feira, dezembro 28, 2010
LISZT
O ano de 2011 será também o ano de Franz Liszt, ou Liszt Ferenc se atendermos ao facto de ele próprio se ter intitulado de húngaro, ainda que não soubesse sequer falar húngaro.
Liszt nasceu a 22 de Outubro de 1811 em Raiding e foi baptizado com o nome latino de “Franciscus”, mas era tratado pelos seus amigos deste muito cedo por Franz, que era naturalmente a versão alemã do nome.
A sua relação com a princesa Carolyne foi atribulada e escandalosa na época, e terá contribuído para a sua ida para Itália em 1860.
Da sua obra destacam-se a Sinfonia Fausto e a Sinfonia Dante e muitas rapsódias Húngaras. Aguardemos para ver como se vai comemorar em Portugal o Ano Liszt.








