Nota: A colaboração dum amigo conhecedor desta problemática foi essencial para este post, que como sempre é assinado pelo Zé Povinho.
domingo, junho 05, 2016
MUSEUS, PRECARIEDADE LABORAL E SEGURANÇA
Nota: A colaboração dum amigo conhecedor desta problemática foi essencial para este post, que como sempre é assinado pelo Zé Povinho.
terça-feira, novembro 10, 2015
CONTRATOS E COMPETITIVIDADE
sexta-feira, abril 01, 2011
RELAÇÕES LABORAIS
No dia em que foi chumbada uma proposta do BE sobre os falsos recibos verdes, e em que ouvi da boca de um deputado da direita parlamentar que era melhor um falso recibo verde que o desemprego, tivemos também conhecimento de um exemplo completamente irregular com a conivência da Câmara Municipal de Lisboa, que indirectamente era a entidade contratante.
O exemplo que vos trago é o do Museu do Design e da Moda (MUDE) onde os funcionários foram avisados no dia 31 que a partir dessa mesma data a sua prestação de serviços era dispensada. Os funcionários a recibo verde pela empresa Aumento d Ideias, Associação de Dinamização Cultural, que teria um contrato com a Câmara de Lisboa que terá prescindido o mesmo contrato desempenhavam funções no MUDE.
Como se percebe, são falsos recibos verdes, perfeitamente conhecidos por um órgão da Administração Local, que aliás não creio que seja o único a acreditar em boatos que ainda não pude confirmar, mas que ocorrerá também com os postos de turismo.
quinta-feira, agosto 05, 2010
POLÍTICOS FORA DE PRAZO
Os políticos e os empresários nacionais estão verdadeiramente fora de prazo, atendendo aos dados da União Europeia sobre a elevada taxa de trabalhadores contratados a prazo. Não vale a pena discutir se os dados são de 2009, ou não, porque daí para cá sabemos que apenas o desemprego terá aumentado.
Com a política implementada pelo PS e com a preconizada pelo PSD, que mencionam sempre a Dinamarca quando querem flexibilizar os despedimentos, não saímos de onde estamos. Repare-se a título de exemplo que a flexibilidade laboral da Dinamarca não produz tanto trabalho precário, o que prova que o que dizem não faz sentido, a não ser para as tarefas sazonais ou picos de produção, e isso já está previsto na legislação.
O que é caricato na análise dos dados revelados é a contestação do governo que explica que sendo “os dados de 2009, não é possível avaliar o impacto das medidas tomadas ou que podem a vir ser concretizadas”.
Senhora ministra Helena André, o panorama é pior, e o desemprego é maior, mas se refuta os dados forneça então alguns mais actualizados.
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quinta-feira, abril 10, 2008
PRECARIEDADE SEM RESPOSTA
A crispação perante a evidência foi notória e Vieira da Silva lá acabou por dizer que a prioridade do Governo é «conciliar a competitividade com a contratação colectiva e o combate à precariedade», não esclarecendo de que lado da barricada estará o Governo, já que é um dos maiores infractores, se não maior.
Enquanto no hemiciclo se falou da precariedade, chegou também de Coimbra a notícia de uma mesa-redonda, sob a égide da Presidência do Tribunal da relação de Coimbra, onde se pronunciaram frases como estas, «quando é apregoada a ruptura da protecção social, o entusiasmo esmorece. Parece-me que vamos ter é a flexisegurança no seu vector de flexibilidade e nenhuma no seu vector de segurança activa», ou « o diagnóstico mostra que a precariedade está a aumentar e que, com a flexisegurança, seria muito pior».
O senhor ministro Vieira da Silva não deixou pistas nenhumas sobre as intenções do Governo, o que é um mau sinal para quem trabalha, já que como responsável pelas áreas do Trabalho e da Segurança Social, não foi capaz de definir um modelo que se possa discutir abertamente deixando no ar demasiadas interrogações sem resposta.








