domingo, abril 09, 2017
TRISTEZA
domingo, março 22, 2015
MARQUES MENDES E AS CLASSIFICAÇÕES
Como acontece com Marcelo, também
Marques Mendes padece dum problema de base que é a sua filiação partidária, que
condiciona de algum modo as suas opiniões, ainda que eles achem que não.terça-feira, dezembro 23, 2014
A MÁ IMAGEM DA BANCA
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quarta-feira, fevereiro 05, 2014
PROJECTO CHAVE NA MÃO
sexta-feira, março 29, 2013
PASSADO E IRRESPONSABILIDADE
quinta-feira, agosto 02, 2012
BREVES
quarta-feira, agosto 31, 2011
RESPONSABILDADE
Um dos maiores problemas da nossa sociedade prende-se com a responsabilidade de cada um nos actos que praticamos. É sabido que todos os actos que praticamos têm consequências e que portanto cada um tem que saber que é responsável pelos seus actos.
Se na nossa vida particular as coisas se reflectem em geral na esfera da vida pessoal, no campo laboral e no político as consequências podem atingir terceiros.
No âmbito laboral as más práticas são sancionadas legalmente e quem incorra em más práticas sofre as consequências, que podem atingir o despedimento e a indemnização de quem tenha sofrido prejuízos na consequência desses actos.
O que acontece na política é a mais completa impunidade e a falta de responsabilização de quem prejudica claramente os cidadãos e as instituições que tutelam.
Estou farto de ouvir falar em buracos orçamentais, em dívidas de empresas geridas pelo Estado e em sacrifícios para pagar toda esta incompetência, má gestão, ou mesmo gestão dolosa, sem que haja uma só condenação dos responsáveis.
Estou farto dos buracos da Madeira, da RTP, das PPP, do Metro, da TAP, da Carris, e de tantas outras empresas e sectores públicos, até porque não fui eu que nomeei os seus gestores, nem nunca tutelei esses sorvedouros. Porque é que não há responsáveis por tudo isso?
A lógica partidária nunca permitirá a responsabilização dos verdadeiros culpados, mas terá sempre o desplante de me vir cobrar ainda mais para tapar as suas sucessivas asneiras, mantendo o privilégio de impunidade dos seus pares.
quinta-feira, junho 16, 2011
RESPONSABILIDADE E FISCALIZAÇÃO
Os problemas económicos que assolam o chamado mundo Ocidental resultam sobretudo duma actividade económica completamente desregulada, e embora isto seja internacionalmente reconhecido, não se tomaram medidas para se evitarem mais exageros.
Temos assistido às medidas de recuperação económica e pasme-se, em primeiro lugar está sempre o resgate da banca, à custa dos cortes sociais e o aumento de impostos sobre os rendimentos do trabalho e do consumo.
É sintomático que os impostos sobre o capital especulativo não sejam mexidos, quando se sabe que há escassez de capital para investimento no sector produtivo, que afinal seria o sector que nos podia fazer sair da crise económica, e capaz de diminuir o desemprego que devia ser a maior das preocupações.
Não se compreende que se esteja a penalizar quem não teve culpas nesta crise e se estejam a premiar os responsáveis, a menos que se confirmem as suspeitas, muito fundadas, de que o poder político está subordinado ao poder económico.

terça-feira, outubro 28, 2008
SERÁ QUE SIM?
Depois do anúncio do aumento do Salário Mínimo Nacional por parte de José Sócrates, foi interessante assistir à reacção da Confederação da Indústria Portuguesa. Nada que não se esperasse, pois já todos tinham ouvido também a reacção do patronato aos aumentos propostos para a Função Pública.
Sabe-se que o país agora atravessa uma crise, e alguns até podem pensar que esse é o motivo da reacção negativa do patronato, mas como a minha memória não é curta, lembro-me bem que desde sempre, quando se falam de aumentos, o patronato resiste o máximo que pode, ainda que se atravessem tempos de vacas gordas.
Se para a maioria dos portugueses os aumentos anunciados fazem já parte da campanha eleitoral do PS de José Sócrates, Manuela Ferreira Leite do PSD veio dar-lhe uma ajudinha preciosa, dando mais um tiro no pé, ao dizer que o anúncio do aumento para 450 euros feito este ano “roça o nível da irresponsabilidade”. Eu sei que a líder do PSD falava num almoço promovido pela Associação Comercial de Lisboa, e que foi desafiada a pronunciar-se por José Miguel Júdice que, por acaso, apesar de ter sido militante do PSD foi depois mandatário da campanha de António Costa, do PS, à Câmara da capital.
Resumindo e concluindo, o PS botou um figurão, o PSD atabalhoou-se e os patrões ameaçam com o aumento desemprego e as falências, e vamos lá a ver se o que agora foi anunciado e proposto chega a efectivar-se, porque “promessas leva-as o vento”.












