Já todos conhecemos a imagem do PSD, invertida, por deferência de Pacheco Pereira. É bem conhecida a pirâmide de valores, invertida, em que o arrecadar de impostos e a diminuição da despesa pública são prioridades, deixando para segundo plano a política social e as políticas de emprego. O que ainda é novo, é dar uma explicação que contradiz em absoluto a acção.
O que se passou na Covilhã, onde a polícia visitou um sindicato para se inteirar do tipo de recepção que iria ser feito a José Sócrates, na sua visita a essa cidade, é um exemplo do que nunca devia acontecer numa democracia. Claro que o 1º ministro veio logo afirmar “não estar convencido” da ilegitimidade da acção da PSP. A dúvida não lhe fica bem enquanto governante num Estado democrático, mas isso é lá com ele, porque os cidadãos não têm dúvidas, pelo menos quanto à falta de bom senso desta “visita”.
Como eu tenho por hábito ler primeiro em diagonal as notícias, e só depois é que as leio na íntegra, com tempo, reparei na contradição do discurso logo que se voltou para responder ao desafio de Menezes quando afirmou categoricamente: “... O que é que se passou? Nada mais que alguém que protesta e alguém que governa, É isso que faz a nossa democracia”.
De facto foi apenas isso que se passou e que estava anunciado e autorizado: uma manifestação de protesto. Talvez seja por isso mesmo que a “visita” de agentes da polícia seja incompreensível. Ou será que José Sócrates quis dizer algo mais, e nós não compreendemos?
O que se passou na Covilhã, onde a polícia visitou um sindicato para se inteirar do tipo de recepção que iria ser feito a José Sócrates, na sua visita a essa cidade, é um exemplo do que nunca devia acontecer numa democracia. Claro que o 1º ministro veio logo afirmar “não estar convencido” da ilegitimidade da acção da PSP. A dúvida não lhe fica bem enquanto governante num Estado democrático, mas isso é lá com ele, porque os cidadãos não têm dúvidas, pelo menos quanto à falta de bom senso desta “visita”.
Como eu tenho por hábito ler primeiro em diagonal as notícias, e só depois é que as leio na íntegra, com tempo, reparei na contradição do discurso logo que se voltou para responder ao desafio de Menezes quando afirmou categoricamente: “... O que é que se passou? Nada mais que alguém que protesta e alguém que governa, É isso que faz a nossa democracia”.
De facto foi apenas isso que se passou e que estava anunciado e autorizado: uma manifestação de protesto. Talvez seja por isso mesmo que a “visita” de agentes da polícia seja incompreensível. Ou será que José Sócrates quis dizer algo mais, e nós não compreendemos?
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