Sócrates já foi julgado pelos portugueses, nas urnas, e Passos Coelho também será dentro de alguns meses, mas o que faz mesmo falta é um mecanismo expedito que permita a destituição dum governo que não cumpra o programa com que se apresentou aos portugueses, antes de ser eleito.
quinta-feira, abril 02, 2015
LIDAR MAL COM A VERDADE
Sócrates já foi julgado pelos portugueses, nas urnas, e Passos Coelho também será dentro de alguns meses, mas o que faz mesmo falta é um mecanismo expedito que permita a destituição dum governo que não cumpra o programa com que se apresentou aos portugueses, antes de ser eleito.
sábado, abril 26, 2014
A LEGITIMIDADE SEGUNDO CAVACO
sexta-feira, novembro 01, 2013
“ESTE É O VOSSO PARLAMENTO”
sábado, janeiro 12, 2013
MANDATO E QUEIJO
terça-feira, junho 26, 2012
PORTUGUESES ENGANADOS
segunda-feira, abril 09, 2012
CREDIBILIDADE E LEGITIMIDADE
No nosso sistema político os partidos apresentam-se a eleições com um programa eleitoral que então será sufragado pelas urnas. Políticos e políticas, em princípio, é o que os eleitores devem escolher em cada acto eleitoral.
O que se passa em Portugal é que os partidos podem fazer batota apresentando nomes que depois não querem ir para o governo ou para as autarquias, e também podem prometer uma coisa e depois fazer o seu contrário sem possibilidade de serem destituídos do poder antes de novas eleições.
Este sistema, do modo como está organizado, faz com que a classe política seja pouco confiável e também desmotiva os cidadãos de terem mais participação cívica.
É urgente encontrar-se meio de responsabilizar os políticos pelas suas decisões, e arranjar maneira de os obrigar a cumprir o que estava no programa com que se apresentaram a votos, ou então de os demitir pelo incumprimento dos seus compromissos eleitorais.
Sem se encontrarem os meios necessários e suficientes para “controlar” os governantes, estaremos sempre sujeitos a autênticas fraudes eleitorais como as que estamos a viver já há décadas.
Não se pode admitir que políticos que prometem uma coisa e depois fazem outra completamente diferente, continuem a encher a boca com palavras como legitimidade e credibilidade, atributos que não lhes reconhecemos.





