O ministro da Economia, que já é apelidado de ministro do desemprego conseguiu já a façanha de ser justamente comparado à dupla Pinho e Lino, que tantas razões deram aos portugueses para tiradas humorísticas e anedotas.
Quando confrontado no Parlamento, quanto à ausência de políticas geradoras de emprego e de riqueza, tentou afirmar que o Governo não quer “de modo nenhum retirar direitos aos trabalhadores”, mas não convenceu a oposição.
Como o verbo não é o forte de Álvaro Santos Pereira, nem a realidade a sua especialidade, acabou por escorregar nas palavras ao acrescentar que “protecção do trabalhador não é a mesma coisa que protecção do posto de trabalho”, o que suscitou a gargalhada geral dos deputados.
O Álvaro deve ter mudado de estratégia, porque depois de ser considerado ausente, passou a estar presente, ainda que a presença seja assinalada apenas por declarações infelizes.








