O que transparece das inúmeras contestações que vão surgindo um pouco por todo o lado, não se confina apenas em problemas sectoriais, que existem, mas de questões que são transversais na nossa sociedade.
quinta-feira, dezembro 20, 2018
TODOS CONTRA O SISTEMA
O que transparece das inúmeras contestações que vão surgindo um pouco por todo o lado, não se confina apenas em problemas sectoriais, que existem, mas de questões que são transversais na nossa sociedade.
domingo, novembro 06, 2016
A (IN)SEGURANÇA NOS MUSEUS
domingo, fevereiro 01, 2015
O FIM DESTA EUROPA
sexta-feira, dezembro 07, 2012
O QUE DIZ A OIT
quarta-feira, setembro 15, 2010
CONTESTAÇÃO
Os dirigentes políticos já não estão habituados à contestação sem aviso, e sem enquadramento partidário. Nos últimos anos toda a contestação tem tido origem em grupos organizados de algum modo ligados aos partidos políticos, e por isso facilmente detectados e bastante previsíveis.
A contestação estudantil tem-se pautado pelas mesmas regras, mas ontem as coisas saíram um pouco do padrão e tanto Sócrates como Mariano Gago foram realmente surpreendidos pela contestação de estudantes relativa à acção social.
Esta manifestação, pacífica e inesperada fez-me recordar velhos tempos em que estas acções estudantis eram preparadas em segredo (não podia ser de outro jeito), e iludindo sempre as autoridades que andavam sempre em cima dos mais contestatários.
Mariano Gago tentou desvalorizar e desacreditar o sucedido alegando que “ quem quer fazer valer as suas opiniões disputa eleições e ganha-as, inclusivamente nas associações de estudantes”, mas todos sabem que aí pontificam as ramificações partidárias e a participação cívica só é aceite dentro da lógica da política partidária e não de acordo com as necessidades dos estudantes.
É deste tipo de contestação que os nossos políticos têm medo, pela imprevisibilidade das suas acções e pela empatia que criam no meio em que se desenvolvem estas acções.
sexta-feira, abril 18, 2008
RAPIDINHAS
Descontentamento – O descontentamento popular e a insatisfação que paira no ar, não é já enquadrável nas reivindicações sindicais, nem encontrou paliativos no acordo entre os professores e o ministério, ou sequer na baixa anunciada do IVA em 1%. O problema prende-se com dois factores que se agravaram nos últimos anos, que são a perda de poder de compra devido à degradação dos salários, e o aumento do desemprego. Os problemas ultrapassaram a sua vertente reivindicativa e sindical, transformando-se em verdadeiras chagas sociais. Quando nem os salários de quem trabalha garantem a subsistência familiar e o honrar dos compromissos, estamos perante um grande desequilíbrio social que é um caldo onde a revolta germina e pode eclodir quando menos se espera.











