sexta-feira, outubro 13, 2017
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO EM RESTAURANTES?
segunda-feira, novembro 28, 2016
FIDEL
sábado, setembro 15, 2012
A CARECA DE PASSOS
terça-feira, janeiro 03, 2012
ALIANÇA DE INICIAIS
Não encontrei nenhuma resposta lógica ou coerente, do ponto de vista do interesse nacional ou mesmo político, mas ao tentar conseguir um "boneco" para para ilustrar a dita privatização, descobri uma afinidade entre Coelho e a República Popular da China: as iniciais. Falta a República, dizem-me vocês, mas lembrem-se que já nem o 5 de Outubro é feriado.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
HUMOR AO FERIADO
Portugal é um país fantástico e, apesar de sermos um bocado sisudos, temos dirigentes que são uns verdadeiros pândegos.
Ainda a semana passada ouvimos dirigentes empresariais dizer que as empresas não podiam pagar ordenados mínimos de 500 euros por causa dos custos de produção e da concorrência internacional, mas quando se sabe que o preço da energia eléctrica vai aumentar mais do que a inflação, temos esses mesmos dirigentes verdadeiramente mudos.
Há algum tempo conheceu-se um registo exaustivo de dezenas de voos com destino a Guantanamo, que cruzaram o nosso espaço aéreo, e os que escalaram aeroportos nacionais. Há poucos dias conheceram-se uns “cables” com origem na embaixada dos EUA em Lisboa sobre o assunto, e contudo, o senhor ministro dos Negócios Estrangeiros conclui que “pura e simplesmente não houve voo nenhum”.
Em Portugal tornou-se normal ouvir um membro do governo ter um discurso em Bruxelas, e depois dizer o contrário em território nacional. Por exemplo, temo s a respeito desse tema os discursos de lá e de cá, mas também temos o da ministra da pasta que é divergente do que teve agora o 1º ministro.
A coerência parece que não faz parte do discurso dos nossos dirigentes, e estou em crer que a camada de ozono deve ter alguma influência nesta inconstância, porque não me atreveria a dizer como a grande Ivone Silva … ESTÁ TUDO GROSSO!
domingo, maio 30, 2010
CREDIBILIDADE
A falta de credibilidade deste governo é uma realidade que já ninguém coloca em dúvida. A palavra do 1º ministro não convence, a bondade das medidas de contenção orçamental não convencem, e as preocupações sociais de que se arroga o executivo são uma treta.
Num simples fim-de-semana temos o Chico Buarque a desmentir José Sócrates, temos a ministra do Trabalho a dizer que quer a concertação e não a contestação, ignorando que a polícia arreou a torto e a direito a manifestantes por razões que nada tinham a ver com eles nem com a contestação. Acham pouco?
O que dizer dum governo que corta nos apoios sociais aos desempregados, numa altura em que o desemprego está em níveis altíssimos, mas que alarga os apoios à banca?
Li algures que a contestação não vai atingir níveis idênticos aos da Grécia. Será mesmo assim? Olhem que a fome é má conselheira, e mesmo a caridade está a fraquejar.
Num país normal, com políticos íntegros e verdadeiramente preocupados com a situação dos cidadãos, um governo sem credibilidade e incapaz de inverter a situação, a demissão imediata era a solução lógica. Num país normal...
domingo, abril 27, 2008
O MERECIDO DESCANSO
Houve quem tivesse questionado o facto de eu festejar o 25 de Abril, o que parecia incompatível com o facto de ter sido um dos milhares de portugueses que foi apelidado de retornado. Lamento que existam dúvidas sobre o que escrevo, mas sempre separei os ideais dos que acabam por ser protagonistas da História, por oportunismo ou por intromissão abusiva em momentos para os quais nada contribuíram.
Fui um dos muitos que teve de refazer a sua vida depois do 25 de Abril, onde perdi não só tudo o que tinha, trabalho, casa e até estabilidade familiar, mas também a terra em que nasci, onde passei a ser considerado indesejável por causa da cor da minha pele. Se tenho que culpar alguém, esses são precisamente os protagonistas da política anterior ao 25 de Abril, e os oportunistas ou incapazes que os sucederam no poder.
A Liberdade foi por mim muito bem recebida, e os inconvenientes e excessos do período revolucionário, uma consequência de erros do passado e incapacidade aliada à ignorância de quem tomou as rédeas do poder. Nunca exigi compensações do Estado mesmo sabendo que a elas tinha direito, ao contrário de outros que nunca viram a sua subsistência ser ameaçada mas apenas o seu património. Pode parecer pouco, mas só eu sei o que é sentir o desespero de não ter dinheiro para sustentar uma família, ou vê-la ameaçada e até destruída por ter que lutar por alguma estabilidade económica, descurando a presença e o acompanhamento familiar.
Não lamento as minhas opções, apesar dos inconvenientes familiares, o divórcio, a disputa do poder paternal e o constante refazer de vida. Paguei um preço elevado pela Liberdade que prezo, mas nunca coloquei em causa os ideais de Abril. A Liberdade de que os meus filhos desfrutam e que espero deixar como herança para os meus netos, valeram todos os meus sacrifícios. Assim saibam eles que a Liberdade é um património que importa preservar.










