sexta-feira, dezembro 06, 2013
ESTADO ENDIVIDA-SE PARA DESPEDIR
sábado, julho 09, 2011
COMPENSAÇÕES À LUSOPONTE
Devo manifestar a minha ignorância sobre a necessidade de compensar a Lusoponte, concessionária das pontes sobre o Tejo, já que a ponte velha está mais do que paga e pela ponte nova estão a pagar todos os que atravessam qualquer delas.
O contrato com a Lusoponte parece-me ruinoso para o Estado, uma vez que a portagem das duas não chega para pagar à concessionária. Se de facto as portagens são insuficientes algo está muito errado e deve ser imediatamente rectificado, e não será com o agravamento das portagens, neste caso com o pagamento no mês de Agosto na ponte velha.
Por último, mas igualmente importante, devia questionar-se se o aumento do consumo de combustíveis originado pela cobrança em pleno mês de Agosto, não será mais gravoso para o país do que o não pagamento neste período.

quinta-feira, outubro 01, 2009
SENTIDO DE OPORTUNIDADE
MP procura 30 milhões dos submarinos
Procuradores do Ministério Público entraram em três escritórios de advogados à procura de provas sobre o negócio da compra de dois submarinos conduzido, em 2004, por Paulo Portas. Os investigadores procuram o rasto de 30 milhões de euros que foram pagos pelo consórcio alemão à ESCOM, empresa do Grupo Espírito Santo.
Tirado DAQUI
Nota: O sentido de oportunidade com que a Justiça actua deixa algumas dúvidas, sobretudo porque surge depois das eleições legislativas, em que Paulo Portas obtém um resultado melhor do que o que se esperava, e José Sócrates não obteve uma maioria que lhe permita governar sem algum tipo de acordos. Independência? Coincidência temporal?

quinta-feira, dezembro 18, 2008
RAPIDINHAS
Hotéis de charme – Não sei se por fuga de informação ou intencionalmente, o projecto de entregar parte do Mosteiro de Alcobaça a um privado foi anunciado na SIC com todas as letras, antes mesmo da lei que eventualmente o podia permitir, estar publicada. Não sei se a indiscrição saiu do executivo do senhor Sapinho, ou do gabinete de Pinto Ribeiro, mas foi um acto muito infeliz. Sabe-se, e a televisão voltou a fazer eco disso, que o que não faltam são palácios e quintas senhoriais por esse Portugal fora, a bons preços, e que podem ser utilizadas para esse fim, o que não há é empresários dispostos a investir.
Crise especulativa – Parece que as instituições financeiras portuguesas são das que mais apostam em produtos de qualidade duvidosa, apesar das nossas reduzidas dimensões. Existem maus produtos por aí? Portugal primeiro diz que não tem, ou não sabe, depois lá aparecem uns quantos, depois é um grande buraco. A propósito de buraco, o aumento de capital anunciado para CGD, pelo seu montante, cobre apenas as perdas resultantes da “nacionalização” do BPN.






