terça-feira, outubro 23, 2018
sábado, julho 21, 2018
segunda-feira, fevereiro 19, 2018
sábado, novembro 26, 2016
terça-feira, março 29, 2016
AINDA POR BELÉM
As obras acabaram por alterar um
pouco o aspecto do mosteiro, quer com a demolição do tanque do claustro, da
cozinha e da sala dos reis, até ao acrescento dos torreões a nascente do
dormitório e a cobertura da torre sineira, que deixou de ser piramidal, por uma
cúpula em forma de mitra. Registe-se um grande acidente que foi a derrocada do
corpo central do dormitório.sábado, abril 25, 2015
25 DE ABRIL
quarta-feira, maio 21, 2014
PALÁCIO DA VILA DE SINTRA
De finais do século XIX conhecem-se diversas imagens e fotografias que nos mostram o antigo Paço ainda rodeado de construções que hoje não existem.
sábado, julho 13, 2013
EÇA SEMPRE ACTUAL
segunda-feira, maio 07, 2012
A POLÍTICA E A SEMÂNTICA
quarta-feira, outubro 05, 2011
OS DISCURSOS
Eu tenho uma teoria sobre os discursos dos políticos que me vem sempre à mente, de cada vez que algum aproveita uma ocasião para nos dirigir umas palavras.
Primeiro comecemos pelos que escrevem o discurso, que não são os mesmos que o lêem, o que explica o facto de se ouvirem ideias que não “encaixam” nas práticas do “leitor”.
Outra característica importante é circunstancial, e depende de diversas situações com sejam, se os discursos são feitos enquanto se está na oposição, no governo ou numa situação superior, de analista ou quem sabe, presidente.
Assim se percebe o discurso de Cavaco Silva, disse que “acabaram os tempos de ilusões”, que Portugal vive “tempos muito difíceis” e que “perdemos muitos anos na letargia do consumo fácil e na ilusão do despesismo público e privado. Acomodámo-nos em excesso”.
É simplesmente curioso ouvir o actual chefe de Estado, antigo dirigente máximo do PSD e ex-primeiro ministro vir dizer que a situação que atravessamos é uma “oportunidade” para deixarmos de viver acima das nossas possibilidades, de redescobrir a “austeridade digna”, de poupar em “gastos desmesurados”, e até de consumir produtos portugueses e de fazer turismo no país.
É formidável a capacidade que certas pessoas têm de esquecer o passado e de actuarem como se ele não tivesse acontecido, talvez tanto como é doloroso ter memória e estômago fraco para aguentar este tipo de discursos.


domingo, julho 31, 2011
MEMÓRIA E IMAGENS
quarta-feira, janeiro 26, 2011
A MEMÓRIA DOS PORTUGUESES
Terminou mais uma campanha eleitoral e já temos um Presidente da República eleito, que teve um discurso em que dizia não ser um político.
Atendendo aos resultados eleitorais, para a maioria dos portugueses que votantes, Cavaco Silva não será um político, estando por isso ilibado de responsabilidades quanto à situação difícil em que se encontram as nossas finanças. Creio até que para muitos ele nada terá feito para evitar a situação no seu primeiro mandato, para poder agora sem qualquer pressão relativa a uma reeleição, poder passar dos avisos à acção.
Nos últimos dias fiquei convicto de que os lapsos de memória dos votantes e do candidato reeleito, Cavaco Silva, se devem ao facto (comprovado cientificamente), de não poderem dormir a sesta. Ficámos todos a saber pelo DN de 25/01, que a sesta contribui para consolidar a memória.
Daqui a cinco anos vou fazer os possíveis para me candidatar à presidência da República, e a principal linha de força do meu programa político e eleitoral vai ser precisamente o da introdução da sesta obrigatória, no código laboral.

terça-feira, fevereiro 23, 2010
MEMÓRIA
Faz hoje 75 anos que nasceu um personagem da banda desenhada que faz parte da minha infância, a Luluzinha. Originalmente com o nome de Little Lulu é uma criação de Marjorie Henderson Buell.


domingo, janeiro 17, 2010
MEMÓRIA

Torga é um arbusto de grande porte da família das Ericáceas que se desenvolve em matos, pinhais, próximo de rios e ribeiros e que floresce de Fevereiro a Agosto.

quinta-feira, junho 04, 2009
TIANANMEN: AVIVAR MEMÓRIAS
O silêncio quase ensurdecedor dos meios de comunicação social, agora que passam 20 anos sobre o massacre da Praça da Paz Celestial, deixa-me algo perplexo.
Se a memória não me falha, estou a falar no culminar de uma série de manifestações que redundaram depois na morte de cerca 800 pessoas e uma dezena de milhar de feridos. Para que se recordem, os manifestantes protestavam contra a corrupção e repressão praticadas pelas forças no poder.
Esta fotografia da autoria de Jeff Widener, apelidada de “The Unknown Rebel”, é uma das muitas que atravessou fronteiras e recebeu distinções, não especificamente pela sua qualidade, mas sim por documentar o acto de repressão que hoje, convenientemente (?), muitos fingem esquecer.


quarta-feira, maio 20, 2009
MEMÓRIAS
Nota: A máquina deve ficar operacional ainda hoje ou amanhã, e talvez volte ao formato habitual, quem sabe.
segunda-feira, maio 12, 2008
PALAVRAS DE POLÍTICOS
Como devem calcular, já tinha um conhecimento indirecto sobre este senhor enquanto advogado em Lourenço Marques e depois em intervenções políticas, algumas delas publicadas na imprensa da época, num movimento político chamado Democratas de Moçambique ou coisa que o valha. Intervenção oposicionista ao regime, em Moçambique, confesso que não lhe conheci esses méritos, se é que os teve como afirma.
Li com atenção a entrevista que deu ao DN, e ouvi-a também na TSF, e retive apenas as afirmações sobre os bens materiais que eventualmente possa deter. À pergunta se era um homem rico, respondeu que não, tinha era a fama de rico. Recordo-me eu, e recordar-se-ão muitas mais pessoas de já ter visto na comunicação social, notícias dizendo que era o político mais rico de Portugal, ainda há poucos anos, com base nas declarações acessíveis aos órgãos de comunicação social. Engano talvez, mas o que é certo é que nunca se ouviu nenhum desmentido.
Afirma também o Dr. Almeida Santos que deixou uma pequena fortuna em Moçambique, mas o que trouxe (?) permitiu-lhe viver com alguma folga até hoje, porque os políticos ganham mal. É curioso que agora venha dizer isto, quando sabemos todos que a grande maioria dos retornados vieram sem nada, e a grande maioria dos portugueses reformados, não recebem nada que se pareça com a “ridicularia” de 700 contos por mês (3.500euros) que é o que diz ser a sua reforma.
A cereja no topo do bolo foi afirmação de que escrevia à mão, utilizando uma caneta Futura (passe a publicidade), acrescentando a propósito “Até aqui um sinal da minha pobreza, veja lá... (sorrisos). É desta “massa” que se fazem políticos em Portugal....
obscurity























