sábado, agosto 05, 2017
NÃO BRINQUEM COM AS REFORMAS
sexta-feira, março 24, 2017
TRAPALHADA COM AS REFORMAS
segunda-feira, junho 01, 2015
AS PENSÕES A DANÇAR
sexta-feira, março 18, 2011
MEXER NAS REFORMAS
Os nossos parceiros europeus, o Banco Central Europeu e o governo português andam muito confusos para não dizer que andam a mentir descaradamente no caso das mexidas na idade da reforma e na redução do valor da dita reforma.
Portugal é um dos países europeus onde as pessoas se reformam mais tarde e onde as reformas são mais baixas. Eu não precisava de ver estatísticas da OCDE para o saber já que basta rondar por aí e ver a idade da maioria dos reformados europeus, e não só, que cá passam férias.
Os cortes exigidos derivam de outros factores que nada têm a ver com as idades de reforma ou com o valor das reformas em si mesmas, mas sim com o elevado número de empresas que beneficiam de isenções e com muitos contratos manhosos que há por aí. Podia também lembrar-me de algumas perdas com o investimento de dinheiros da Segurança Social em fundos que deram prejuízo, mas nem vale a pena.
Convém ainda lembrar um facto muito actual, a quem vem dizer que em Portugal há incentivos para uma saída precoce do mercado de trabalho, que é o de ter que se fazer uma escolha, entre a reforma de trabalhadores com muitos anos de contribuição para dar lugar a gente mais nova, ou continuar a manter tantos jovens desempregados.


terça-feira, julho 20, 2010
quinta-feira, novembro 01, 2007
LARANJADA ROSA
À partida, todos os partidos portugueses propuseram o referendo como forma de ratificação do tratado europeu, mas agora já temos o PS a carregar o tabu de Sócrates e o PSD com uma opinião contrária que foi a do seu novo chefe.
A ginástica dos dirigentes máximos dos partidos, capazes de dar um mortal à retaguarda, só é comparável com o tom exaltado e afirmativo da campanha eleitoral, e a pose de Estado, séria e compenetrada com que anunciam o seu contrário.
O jogo político que parece presidir a este assunto, não justifica de modo nenhum a quebra dos compromissos assumidos. Ninguém nega a legitimidade dos mandatos dos deputados eleitos na generalidade dos assuntos que discutem e aprovam ou rejeitam no hemiciclo. Para o bem e para o mal, eles estão lá por força dos votos dos portugueses. Já quanto à ratificação do tratado, não podem reclamar qualquer tipo de legitimidade para a aprovar apenas com o voto da assembleia, porque nenhum, e enfatizo, nenhum dos deputados pode dizer que recebeu um mandato expresso, ou sequer implícito para o fazer.
Eu já afirmei por aqui que não vejo diferenças de monta entre este PS e o actual PSD, e parece que nesta matéria pelo menos, tenho razão.







