sexta-feira, novembro 16, 2018
ESTRANHO PAÍS ESTE
sábado, agosto 05, 2017
NÃO BRINQUEM COM AS REFORMAS
sábado, outubro 15, 2016
VAI SER UM FOGUETÓRIO
sábado, junho 13, 2015
A AUSTERIDADE À PORTUGUESA
quinta-feira, agosto 01, 2013
ALTO-COMISSÁRIO DA LÍNGUA?
domingo, julho 21, 2013
segunda-feira, maio 06, 2013
O COMEDIANTE E O SEU DRAMA
sexta-feira, outubro 19, 2012
ESTÁ TUDO DOIDO
quinta-feira, março 29, 2012
SENSIBILIDADE SOCIAL
Este governo tem sido frequentemente acusado, e muito justamente, de absoluta falta de sensibilidade social, mas parece ignorar todos os comentários.
O exemplo das mudanças das leis laborais, onde só se vê mais trabalho por menos dinheiro, e facilitação dos despedimentos, para segundo o governo, se promover a criação de emprego, é um perfeito disparate, sem qualquer sustentação.
As políticas laborais deste governo assentam na mão-de-obra barata, apesar de todos os desmentidos, basta para isso citar uma frase do secretário de Estado do Emprego, onde afirma: “O Salário Mínimo Nacional em Portugal é particularmente baixo, nomeadamente quando comparado com outros países da União Europeia, mas é importante sublinhar a necessidade de assegurar a moderação salarial aqui em Portugal”.
Não há um só estudo que corrobore este tipo de afirmações, mas há estudos e análises que demonstram que um rendimento ao nível do SMN não garante uma vida digna a nenhum trabalhador, pois descontadas as despesas inerentes a transportes e outras relacionadas como vestuário, e a alimentação fora de casa, a parte do salário que resta fica abaixo do nível considerado do risco de pobreza ou mesmo de pobreza.
Para testar a sensibilidade social dos nossos governantes talvez fosse ocasião de os obrigar a viver com os “fabulosos” 485 euros até terminar o período de resgate. Gostava de ver a vidinha desses senhores só com o SMN…

domingo, fevereiro 05, 2012
PALHAÇADAS CARNAVALESCAS
A decisão de Passos Coelho de não dar tolerância de ponto na 3ª feira de Carnaval, é apenas mais acção demagógica e sem sentido prático a que este 1º ministro nos vem habituando.
No passado também Cavaco Silva teve igual ideia, que veio a revelar-se um tremendo fracasso que apenas os deputados do PSD abrilhantaram com a sua inútil presença em S. Bento, como alguns se devem lembrar.
A medida aplica-se aos funcionários públicos e mesmo assim apenas a alguns, pois como se sabe as escolas estarão fechadas e boa parte das autarquias vão conceder tolerância de ponto aos seus funcionários, defendendo assim a economia da região.
Esta cegueira de Passos Coelho e seus apaniguados é simplesmente lamentável. A restauração e os outros sectores que giram em torno do turismo devem estar a pensar se afinal valeu a pena todo o apoio dado a este governo e todos os cortes para os trabalhadores que resultam da alteração ao código laboral.
Entre o deve e o haver desta brincadeira de mau gosto, Passos Coelho irá tirar ilações daqui a algum tempo, como o fez Cavaco Silva. O balanço não lhe vai ser favorável, nem a ele nem à economia nacional, mas duvido ele alguma vez o venha a reconhecer publicamente.







