sábado, janeiro 26, 2019
NO MELHOR PANO CAI A NÓDOA
sexta-feira, fevereiro 09, 2018
A DITADURA DAS FINANÇAS E OS CONFORMADOS
sábado, setembro 03, 2016
OS ALERTAS E O PATRIMÓNIO
domingo, maio 03, 2015
GESTÃO
Francis Fukuyama
quarta-feira, setembro 17, 2008
CULTURA E VERGONHA
Ainda há poucos dias falei aqui da diminuição de verbas na proposta de Orçamento de Estado, para a Cultura, em 2009, e diga-se também que a notícia não foi bem merecida no meio, ressalvando talvez a opinião do ministro, que aparentemente se julga capaz de fazer mais com menos dinheiro.
A realidade nos museus, palácios e monumentos é de escassez de pessoal de vigilância, e todos os anos tem sido notícia pelo embaraço que tem causado, com encerramentos parciais, e encerramentos durante o período de almoço, que têm tido como resposta contratações de pessoal a prazo, que colmatam carências por períodos de poucos meses, e que quando terminam os contratos deixam os serviços e os seus responsáveis à beira de um ataque de nervos, por manifesta insuficiência de recursos humanos.
Li num jornal diário que o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) aguarda luz verde do Ministério das Finanças para contratar 135 vigilantes para os museus nacionais, o que até podia ser uma boa notícia, se não tivesse chegado com muitos anos de atraso, e se a proposta de orçamento para o próximo ano não fosse de um corte em despesas de funcionamento da natureza que nos foi apresentada.
Esperamos para ver se o Ministério das Finanças finalmente atende este pedido, mesmo com este atraso todo, ou se pelo contrário recorda ao ministro da Cultura as suas próprias palavras e a vergonha continua, com a vergonha de encerramentos um pouco por todos os museus, palácios e monumentos. Nem seria nada de novo, diga-se em abono da verdade.







