terça-feira, outubro 14, 2014
HIPOCRISA OU DESCARAMENTO?
segunda-feira, março 31, 2014
terça-feira, junho 11, 2013
A REALIDADE PURA E DURA
sexta-feira, maio 10, 2013
DISSE CONTRARIAR?
quinta-feira, agosto 16, 2012
VAMOS FAZER PARTIDOS
sábado, agosto 04, 2012
AS FÉRIAS E O EXEMPLO
É conveniente recordar que os deputados da nação, aqueles que foram eleitos pelos portugueses, têm mais do que 22 dias úteis de férias, porque o código do trabalho não se aplica aos deputados. Por último, convenhamos que a maioria dos deputados é dos dois partidos que suportam o executivo, e não se têm eximido de defender estas alterações, que eles não adoptam para si mesmos.
segunda-feira, março 28, 2011
RAPIDINHAS
Transparência – Em tempos de aperto orçamental em que o rigor deve imperar, e em que se exige a maior contenção possível nos gastos, eis que é publicada uma lei que permite que os contratos sem concurso disparem de valor. Não sei em que é que estão a pensar os governantes, nem tão pouco o presidente da República, mas não pensam de certeza como eu.
Equívocos – Ao ler um título do DN de ontem, “Quando o Estado dá péssimos exemplos”, fiquei curioso e acabei por ler o Editorial todo, que se debruça precisamente sobre o decreto-lei que autoriza o aumento dos valores dos contratos públicos por ajuste directo. Num jornal de referência preferia ter lido um título como este, “Quando o governo dá péssimos exemplos”, que estava mais correcto. Afinal o Estado somos nós, os contribuintes todos.

quarta-feira, março 05, 2008
OS CHORAMINGAS
O chefe do governo deste país, que é um dos que tem dos piores indicadores económicos e sociais da União Europeia, não tinha necessidade nenhuma de, para elogiar ou sublinhar a importância de um determinado investimento, designar de “choramingas” os que se queixam, muito justamente, da má qualidade de vida que têm e da falta de perspectivas para o futuro próximo.
Um governante consciente e sensato, sabendo que há muita gente desempregada, outros a viverem de rendimentos sociais de inserção, bastantes com o ordenado mínimo, e um número exagerado de pessoas com trabalhos precários, para não me alongar muito, devia refrear o discurso e nunca desvalorizar as dificuldades por que passam muitos dos que por ele são governados. Sabemos que o senhor José Sócrates vê um país cor-de-rosa, mas toda esta legião de desfavorecidos, a que pretendeu chamar de “choramingas”, também veriam tudo mais cor-de-rosa, caso tivessem rendimentos semelhantes ao dele (metade devia chegar), as mesmas mordomias e os mesmos conhecimentos que lhes garantiriam, seguramente o futuro.
Não gosto de José Sócrates, nem a isso sou obrigado, mas gostaria de ver esse senhor a governar-se e à família com as dificuldades dos cidadãos “choramingas”, só para ver se a sua opinião não mudava radicalmente, e se a sua visão não começava a tingir-se de cinzento muito escuro.
Senhor 1º ministro, apetece-me dizer que o senhor é pago com dinheiro dos “choramingas” e que alguns (não é o meu caso), até votaram em si.











