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quinta-feira, março 31, 2011

RAPIDINHAS

(Des) Confiança – O INE continua a surpreender-nos com o seu inefável optimismo, para não dizer humor. Aquele organismo, dito independente, afirmou esta semana que a confiança das empresas voltou a diminuir ligeiramente em Março, enquanto que a confiança dos consumidores aumentou. Penso que só terão auscultado gente à porta de S. Bento, e antes do chumbo do PEC…

Cavaco – Cavaco Silva afirmou-se como presidente de TODOS os portugueses, mas veio a exigir a apenas 3 partidos um cometimento quanto aos compromissos do défice fixados por Portugal. Então o senhor presidente resolveu desconsiderar os que votaram noutros partidos que não o PS, PSD e CDS? Já nem falo naqueles que se estão marimbando para o actual espectro partidário, que são muitos.



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quarta-feira, maio 07, 2008

ESTAMOS EM PORTUGAL...

Por vezes chego a pensar que algumas notícias não passam de pura fantasia, ou então que sou eu que tenho alguma dificuldade em entender a realidade neste país.

As taxas de aluguer dos contadores foram proibidas a partir de 26 Maio, mas segundo foi noticiado, o fim das taxas não baixa o valor das facturas. Isto parece irracional, pois abatendo um custo fixo a uma factura, o natural seria que ela baixasse. Antes que me esqueça, estamos em Portugal, pelo que o que parece ser verdade pode afinal ser apenas uma ilusão.

Segundo defende o presidente do Instituto Regulador da Água e Resíduos (IRAR), como o contador é um custo para o operador, independentemente da quantidade consumida, esse valor terá que ser recuperado nas tarifas, pelo que a proibição das tarifas de contador não tem por consequência lógica uma redução do preço a pagar.

Este “regulador”, o IRAR, afinal não consegue é explicar como é que ao abolir um custo a factura não diminui automaticamente, a menos que aumente o custo do produto consumido (a água neste caso), ou que se introduza uma nova parcela a que não aludiu.

Talvez seja devido à sigla IRAR, ou à minha incapacidade interpretativa, mas tive um ataque de IRA em relação ao IRAR, porque fiquei com a nítida sensação que o regulador, regula em favor da parte dominante (único fornecedor de abastecimento do bem), contra o consumidor (obrigado ter o dito abastecimento), claramente contra o espírito da Lei e da proibição referida.

Eu avisei-vos no segundo parágrafo, estamos em Portugal!


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sila

хаяк

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