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quarta-feira, janeiro 25, 2017

ESPERANÇA NO FUTURO



Como acontece habitualmente hoje fui supermercado para abastecer a dispensa e o frigorífico para a semana, e como sempre lá fui direito às prateleiras habituais, à charcutaria, aos frescos e aos congelados, num ritual a que me habituei ao longo dos anos.

A parte mais dolorosa da ida às compras costuma ser a passagem pela caixa, porque é aí que nos apresentam a conta a pagar, mas hoje estava-me reservada uma surpresa. A menina da caixa era nova, e eu já por lá vi muitas caras, mas esta chamou-me a atenção.

Fui recebido por um largo sorriso e um cumprimento cordial, a menina até me perguntou como estava a correr a minha semana, tudo conforme as regras de um atendimento de excelência. Poucas vezes fui tão bem atendido, ou vi uma tão grande vontade de agradar ao cliente, ao mesmo tempo que desenvolvia a função com rapidez e eficiência.

Depois de pagar, afastei-me e senti uma profunda tristeza. Esta jovem e muitos outros como ela, começam a vida com a ilusão de alcançar um futuro melhor, pensando que tudo depende do modo como desempenham as suas funções. Ilusões que o tempo se encarrega de apagar, infelizmente…

Oxalá o futuro seja mesmo melhor e o esforço e profissionalismo passe a ser valorizado! 



domingo, junho 29, 2014

PRESENTE



"É preciso fazer um esforço contínuo para amar o presente. Viver pelo passado, pelo que se fez, pelo que se conseguiu, é o mesmo que alimentar uma fome premente com banquetes de outrora."



terça-feira, março 25, 2008

A HISTÓRIA NÃO SE REPETE?

Costuma ser dado como dado adquirido que a História não se repete, e se quisermos ser absolutamente rigorosos, isso é verdade. Mas como tudo é relativo, a própria vida o é, podem sempre estabelecer-se paralelismo entre situações do mesmo tipo, ocorridas em épocas diferentes, e daí concluir quais as consequências prováveis.

Podia aqui falar do livro de Tom Holland, «Rubicão – o triunfo e a tragédia da República Romana», onde muitos insistiram em encontrar paralelismos entre o Império Romano e os Estados Unidos da América. O próprio autor admite que de algum modo é possível de facto estabelecer comparações. A leitura deste livro coloca-nos na pista da actuação do Império Romano, no que respeita ao modo como lidou com outras civilizações que de algum modo considerou como ameaçadoras para a hegemonia de Roma.

Mas não é apenas no campo literário que se estabelecem comparações entre o passado e o presente, isso também acontece na matemática. Claro que não estou a falar em jogos de computador, onde as simulações e a Inteligência Artificial já pretendem adivinhar os descontentamentos sociais, em jogos de estratégia, sempre que alguns sinais de desenvolvimento ou de bem-estar não são alcançados pelos jogadores. Falo de matemática pura, como prevê Ian Stewart, que em 2050, os fenómenos complexos já serão traduzíveis em números e equações com repercussões que neste momento nos parecem difíceis de conceber, como a previsão de fenómenos sociais.

A História não se repete, mas será do seu conhecimento profundo que retiraremos muitos dos ensinamentos que evitarão, ou talvez não, a repetição dos mesmos erros.

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FOTOGRAFIA
Natalia Jeshoa

Natalia Jeshoa

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CARTOON

Sem mãos

Aviso de mãe