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domingo, agosto 26, 2018

MUSEUS E GRATUITIDADES


Quando perguntamos a alguém se gosta de gratuitidades, a resposta é quase unânime, e afirmativa, pois claro. Mas será que damos sempre o devido valor ao que não nos custa nada?

As entradas grátis nos museus, palácios e monumentos dependentes do Ministério da Cultura, em todos os domingos e feriados até às 14 horas, que se praticam desde Julho de 2017, são contestadas por muitos dos trabalhadores destes serviços, que encaram esses dias grátis como os mais difíceis de suportar, devido ao comportamento do público, muito em especial nos equipamentos mais visitados.

Uma medida que terá sido implementada para dar acesso a todos (residentes em Portugal) à Cultura, sem custos, transformou-se num pesadelo para quem tem por função primordial, manter o Património em segurança.

As queixas são mais do que muitas, desde os que entram apenas porque é de borla e lhes deram um tempo livre, aos que aproveitam a oportunidade porque o tempo na praia não está bom, ou os que vieram dar uma volta com os miúdos e lhes apetece dar uma volta ao museu (sem os prepararem para a visita), até aos que fazem tempo para o almoço. Serão estes a maioria, ou existem muitos que querem mesmo aproveitar para conhecer o Património?

Claro que há muito boa gente que merece as tais borlas, mas infelizmente também há quem desperdice estas oportunidades, desrespeitando quem trabalha e sobretudo, desrespeitando o Património com comportamentos inqualificáveis.

Em vez do tal Bilhete Especial (Bilhete Doação), que não teve qualquer aderência, talvez seja de ponderar outra modalidade, um custo reduzido (por exemplo), até porque o orçamento dos museus, palácios e monumentos é tão curto que nem chega para as necessidades imediatas.



quinta-feira, março 05, 2015

OS QUEIXINHAS



Portugal e Espanha fizeram queixa de políticos gregos por terem considerado que estes tinham exagerado ao dizer que os dois países tinham dificultado as negociações, mas agora é o próprio presidente da Comissão Europeia quem vem acusar os dois países de terem sido muito exigentes com a Grécia nas últimas negociações.

Os desmentidos da senhora ministra das Finanças e do 1º ministro afinal não foram muito longe, porque os jornais da Alemanha já o tinham confirmado e agora o próprio Juncker veio deixar preto no branco a atitude dos dois países.

Que papelão o de maria Luís Albuquerque e de Passos Coelho, que creio não terem agora coragem de vir desmentir o presidente da CE.