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domingo, janeiro 15, 2017

UM GRANDE PERIGO

Estes são olhares de humoristas russos sobre um americano que pode vir a tornar-se um perigo para toda a humanidade. Fulanos destes deviam ser proibidos de se candidatar a lugares à frente de nações.

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terça-feira, dezembro 20, 2016

O MUNDO QUE NOS RODEIA

O mundo que nos rodeia está cada vez mais perigoso, não só pela fraca qualidade dos políticos que nos dirigem, como pelos conflitos que existem em muitas zonas, e a falta de soluções para diminuir as tensões que vão aumentando a cada dia que passa nas relações internacionais.

Trump é apenas um dos mais perigosos políticos, porque é o presidente dos EUA, mas existe também um Putin que também é igualmente perigoso, com outro estilo. Noutras paragens como a Síria, no Irão, na Serra Leoa, em Israel, na Palestina, na Turquia, e noutros países, também existem conflitos com milhares de mortes, uns mais mediatizados, outros nem por isso.

Mesmo em zonas que não têm em curso conflitos armados temos problemas mais reais do que muitos pensam, como na Polónia, na Itália, na Grã-Bretanha, ou Hungria, temos problemas políticos e económicos que colocam em causa a economia e o equilíbrio geopolítico mundial.


Se quiserem juntar a tudo isto o terrorismo que grassa um pouco por todo o lado, talvez tenhamos um retrato bem negro do mundo em que vivemos.  


quinta-feira, maio 05, 2016

ELEIÇÕES AMERICANAS

Há quem diga que as mudanças climáticas já estão a influenciar, negativamente, os seres humanos, e devo confessar que também eu acho o mesmo.

Quem diria que havíamos de ver palhaços como candidatos a lugares na política, mas já tivemos alguns, como o Tiririca, para mencionar apenas um. Já passaram pela política internacional comediantes, futebolistas, actores, enfim, quase todo o tipo de pessoas, uns melhores outros piores.

Estamos agora na iminência de poder vir a ter no lugar de topo do país mais poderoso, militarmente, do mundo, um indivíduo que não me oferece qualquer confiança quanto à sua estabilidade mental, e que já proferiu afirmações que o caracterizam como um ser xenófobo e racista, além de ser um ignorante no que respeita à política multilateral, e digo só isto porque não me apetece descer ao seu (baixo) nível.

Será que o povo americano vai dar o seu voto a um ser deste calibre? Esperemos que não!...   

««« CARTOON»»»

«««FOTOGRAFIA»»»


terça-feira, março 15, 2011

DECISÕES PERIGOSAS

O mundo atravessa uma previsível crise energética com a progressiva escassez de combustíveis fósseis. Depois do uso intensivo do carvão e agora do petróleo, acrescido da necessidade cada vez maior de energia, devido ao progresso, estamos há pelo menos duas décadas perante um problema muito real ao nível energético.

Nos últimos anos temos sido confrontados perante escolhas entre as energias limpas e renováveis, e a sempre presente energia nuclear. Esta escolha tem feito com que os esforços se tenham disperso pelas renováveis, e seguras, e pela hipótese nuclear, perigosa, mas defendida por poderosos lobbies que argumentam invariavelmente com o preço e com os avanços da ciência que teriam diminuído os riscos.

A tragédia recente no Japão veio demonstrar que o perigo do nuclear é muito real, e que teria sido mais realista apostar mais nas energias limpas e renováveis. Vem a propósito lembrar que o governo anunciou mais alterações no campo das energias alternativas e na comercialização da mesma por parte dos particulares, que juntas à falta de incentivos à sua implementação em nada contribuem para a diminuição da nossa dependência energética.

A opção nuclear, que teve alguns adeptos também em Portugal, é demasiado perigosa e basta reparar que nestes dias não ouvimos nenhum dos seus apoiantes vir falar sobre a segurança das centrais nuclares e da sua indispensabilidade, como acontecia ainda há pouco tempo.



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CARTOON

quarta-feira, novembro 03, 2010

UMA CIMEIRA INDESEJADA

Vamos ter, dentro de poucos dias, uma Cimeira da NATO em Portugal, mais concretamente em Lisboa, na zona do Parque das Nações. Portugal fez questão de receber esta cimeira, apesar dos tempos difíceis que atravessamos, da falta de peso na instituição, e dos perigos que isso acarreta para o País, que faria bem melhor em passar muito discretamente neste campo (militar) que é demasiado escorregadio.

Não vejo razões para querer este encontro aqui, nem de ordem económica nem de ordem política, porque a nossa importância é próxima do zero e ficará na mesma depois do evento. Será apenas por vaidade? Talvez!

Enquanto decorrer a cimeira teremos alguns direitos suspensos, e as forças de segurança terão ao seu dispor meios excepcionais, como se a Democracia estivesse suspensa durante alguns dias. Não é a segurança do País que estará em causa durante esse período, mas sim a segurança de uns quantos senhores da guerra. É por eles que teremos a Democracia suspensa.

Depois de acabar a Cimeira da Nato o País ficará menos seguro, mas isso não parece ser uma preocupação para o nosso executivo, que bem podia ter em conta o que tem vindo a acontecer, na Grécia, na Turquia, na Alemanha e na França.

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Proporcionalidade...

Sniper muito perigoso...

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