domingo, janeiro 15, 2017
UM GRANDE PERIGO
terça-feira, dezembro 20, 2016
O MUNDO QUE NOS RODEIA
quinta-feira, maio 05, 2016
ELEIÇÕES AMERICANAS
terça-feira, março 15, 2011
DECISÕES PERIGOSAS
O mundo atravessa uma previsível crise energética com a progressiva escassez de combustíveis fósseis. Depois do uso intensivo do carvão e agora do petróleo, acrescido da necessidade cada vez maior de energia, devido ao progresso, estamos há pelo menos duas décadas perante um problema muito real ao nível energético.
Nos últimos anos temos sido confrontados perante escolhas entre as energias limpas e renováveis, e a sempre presente energia nuclear. Esta escolha tem feito com que os esforços se tenham disperso pelas renováveis, e seguras, e pela hipótese nuclear, perigosa, mas defendida por poderosos lobbies que argumentam invariavelmente com o preço e com os avanços da ciência que teriam diminuído os riscos.
A tragédia recente no Japão veio demonstrar que o perigo do nuclear é muito real, e que teria sido mais realista apostar mais nas energias limpas e renováveis. Vem a propósito lembrar que o governo anunciou mais alterações no campo das energias alternativas e na comercialização da mesma por parte dos particulares, que juntas à falta de incentivos à sua implementação em nada contribuem para a diminuição da nossa dependência energética.
A opção nuclear, que teve alguns adeptos também em Portugal, é demasiado perigosa e basta reparar que nestes dias não ouvimos nenhum dos seus apoiantes vir falar sobre a segurança das centrais nuclares e da sua indispensabilidade, como acontecia ainda há pouco tempo.

quarta-feira, novembro 03, 2010
UMA CIMEIRA INDESEJADA
Vamos ter, dentro de poucos dias, uma Cimeira da NATO em Portugal, mais concretamente em Lisboa, na zona do Parque das Nações. Portugal fez questão de receber esta cimeira, apesar dos tempos difíceis que atravessamos, da falta de peso na instituição, e dos perigos que isso acarreta para o País, que faria bem melhor em passar muito discretamente neste campo (militar) que é demasiado escorregadio.
Não vejo razões para querer este encontro aqui, nem de ordem económica nem de ordem política, porque a nossa importância é próxima do zero e ficará na mesma depois do evento. Será apenas por vaidade? Talvez!
Enquanto decorrer a cimeira teremos alguns direitos suspensos, e as forças de segurança terão ao seu dispor meios excepcionais, como se a Democracia estivesse suspensa durante alguns dias. Não é a segurança do País que estará em causa durante esse período, mas sim a segurança de uns quantos senhores da guerra. É por eles que teremos a Democracia suspensa.
Depois de acabar a Cimeira da Nato o País ficará menos seguro, mas isso não parece ser uma preocupação para o nosso executivo, que bem podia ter em conta o que tem vindo a acontecer, na Grécia, na Turquia, na Alemanha e na França.
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