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sexta-feira, dezembro 02, 2016

QUE PAROLICE…

Temos assistido a diversas demissões por se desvendar que havia diversas habilitações falsas de pessoas ligadas ao poder, e isso tem sido “um pratinho” para a comunicação social, e para a oposição, apesar de não serem factos únicos, ou até pouco comuns na nossa sociedade.

Em Portugal tem-se tido como dado por certo que um qualquer licenciado estar imediatamente capacitado para desempenhar qualquer cargo, independentemente da afinidade entre a licenciatura e o cargo ocupado.

A tolice imensa chegou ao ponto de um engenheiro ser considerado apto para o ministério da saúde, um médico ser considerado ideal para a educação ou um diplomata ser uma boa escolha para a Cultura.

Trabalho num serviço onde um terço dos “doutores” não o é, e onde pessoas da mesma categoria profissional têm horários diferentes, com o conhecimento dos superiores, que acabam por discriminar os próprios funcionários, sem admitirem nunca situações de favorecimento.


Isto é o Portugal  parolo no seu pior! 

domingo, outubro 02, 2016

A ESPERTEZA SALOIA NA POLÍTICA

Fala-se muito de Donald Trump, um candidato bronco à presidência dos EUA, porque não acerta uma em política interna, e na externa. Os contornos xenófobos no que respeita aos estrangeiros e o belicismo nas relações externas, mostram claramente a falta de preparação do candidato, ao lugar a que se candidata num país que tem um poder militar e económico que não se pode negligenciar.

O que Trump acha que é ser um sinal de esperteza, é fugir aos impostos contornando as leis, ainda que usando argumentos legais, mas pouco éticos. Nos EUA isso é considerado por muitos uma proeza, mas por cá acontece exactamente o mesmo, porque fugir aos impostos é uma glória que se exibe orgulhosamente em conversas de café, ainda que não se queira admitir publicamente.

Portugal tem muita esperteza saloia, não só na fuga de impostos, que é generalizada no sector privado, mas também na exploração descarada do factor trabalho, como se pode ver pelas recentes declarações do presidente da CIP, que demonstram que o aumento do salário mínimo não é problema, o problema do patronato é a revisão das leis laborais, que lhes permitem actualmente explorar “legalmente” quem trabalha.


O país necessita de políticas e de políticos inteligentes, não de políticos e de gente “esperta”, porque esses não nos levam a lado nenhum.  Será que você é um Trump português?