Em Portugal para além dos
futebolistas e seus treinadores, existem mais uns quantos indivíduos que
auferem, ou auferiram, salários escandalosamente altos, cuja justificação
parecia ser a excelência dos resultados que conseguiam para as empresas que
comandavam.
É do domínio comum que as
empresas não podem crescer sempre a taxas elevadas, dando a cada ano que passa
cada vez mais lucros aos seus accionistas, porque existem os limites impostos
pelo mercado (a procura), e porque também se tem que contar com o investimento
que faz parte da sustentabilidade.
Alguns senhores gestores tugas
não conseguiram resistir à pressão dos accionistas e à sua própria vaidade, e
vai daí recorrerem à “criatividade”, que em linguagem corrente é conhecida como
“falcatrua”, enganando tanto os patrões como o próprio Estado, com esquemas
mais ou menos elaborados, mas que algum dia teriam de ser descobertos.
Muitos dos “gestores de sucesso”
deste rectângulo, alguns deles condecorados pelo poder político, esqueceram-se
da frase de Abraham Lincoln: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se
enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o
tempo…”.
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