Acabei de ler que o senhor ministro das Finanças afirmou “que Portugal continuará a criar empregos em termos líquidos ao longo do ano, apesar da elevada incerteza e da deterioração da conjuntura internacional”, isto num almoço no American Club. Enfatizando a sua intervenção disse ainda que “já foram criados (nesta legislatura) 94 mil empregos líquidos”.
Eu que até nem sou muito dado a números, fixei que a taxa oficial de desemprego vai nos 8%, sendo portanto muito superior à verificada no início da legislatura, e por isso começo a duvidar dos meus conhecimentos aritméticos, já que o ministro Teixeira dos Santos, deve ser um especialista na matéria. Vai daí fui consultar os dados demográficos e constatei que não houve nenhum acréscimo populacional, e que pelo contrário diminuiu a entrada de trabalhadores estrangeiros e aumentou a saída de trabalhadores portugueses para o estrangeiro.
Pode ser que o senhor ministro das Finanças esteja com a razão, mas lá que é difícil chegar à conclusão de que se estão a criar “empregos líquidos”, isso é, a menos que ele tenha outros números que não são do conhecimento do comum dos mortais. Mais desemprego, menos habitantes, mais reformados, menor taxa de natalidade, criação líquida de emprego? Não fiquei convencido, mas o discurso era para americanos, não era?
Eu que até nem sou muito dado a números, fixei que a taxa oficial de desemprego vai nos 8%, sendo portanto muito superior à verificada no início da legislatura, e por isso começo a duvidar dos meus conhecimentos aritméticos, já que o ministro Teixeira dos Santos, deve ser um especialista na matéria. Vai daí fui consultar os dados demográficos e constatei que não houve nenhum acréscimo populacional, e que pelo contrário diminuiu a entrada de trabalhadores estrangeiros e aumentou a saída de trabalhadores portugueses para o estrangeiro.
Pode ser que o senhor ministro das Finanças esteja com a razão, mas lá que é difícil chegar à conclusão de que se estão a criar “empregos líquidos”, isso é, a menos que ele tenha outros números que não são do conhecimento do comum dos mortais. Mais desemprego, menos habitantes, mais reformados, menor taxa de natalidade, criação líquida de emprego? Não fiquei convencido, mas o discurso era para americanos, não era?
Nota: Peço desculpa por não visitar os meus amigos com mais assiduidade, mas o meu tempo tem estado limitado por afazeres profissionais. Vou tentar organizar-me melhor nos próximos tempos.
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