

AFINAL NÃO HÁ COMPROMISSO
Alguns dias depois de todos terem lido as declarações de Alan Lamassoure, eis que o nosso ministro do Negócios Estrangeiros, o vem desmentir quanto à existência de um compromisso entre governos sobre a forma de ratificação do Tratado de Lisboa. Não sou versado em diplomacia, mas perante tais afirmações públicas feitas por um político francês, impunha-se um desmentido formal, público e diplomático, caso as declarações não fossem verdadeiras. Não parece ter acontecido assim, e parece que o senhor ministro só reagiu perante a interpelação feita por parlamentares.
Segundo as palavras de Luís Amado, “não há nenhum compromisso oculto entre os Governos” e que a frase de Lamassoure “se fizer um referendo, Sócrates é um traidor”, foi “uma atoarda que não tem qualquer fundamento”.
Fiquei agora mais esclarecido, mas continuei sem saber qual a posição do governo português, que só se irá conhecer depois de terminada a presidência da União, mas fiquei a saber a opinião pessoal do senhor ministro Luís Amado, que não concorda com a ratificação pela via do referendo por considerar que “gera insegurança”. Não percebi a que tipo de insegurança se refere o senhor ministro, mas a diplomacia talvez não seja mesmo o meu forte. Eu só fico à espera de saber se a promessa do referendo é mais uma que cai no rol do esquecimento de José Sócrates.
Alguns dias depois de todos terem lido as declarações de Alan Lamassoure, eis que o nosso ministro do Negócios Estrangeiros, o vem desmentir quanto à existência de um compromisso entre governos sobre a forma de ratificação do Tratado de Lisboa. Não sou versado em diplomacia, mas perante tais afirmações públicas feitas por um político francês, impunha-se um desmentido formal, público e diplomático, caso as declarações não fossem verdadeiras. Não parece ter acontecido assim, e parece que o senhor ministro só reagiu perante a interpelação feita por parlamentares.
Segundo as palavras de Luís Amado, “não há nenhum compromisso oculto entre os Governos” e que a frase de Lamassoure “se fizer um referendo, Sócrates é um traidor”, foi “uma atoarda que não tem qualquer fundamento”.
Fiquei agora mais esclarecido, mas continuei sem saber qual a posição do governo português, que só se irá conhecer depois de terminada a presidência da União, mas fiquei a saber a opinião pessoal do senhor ministro Luís Amado, que não concorda com a ratificação pela via do referendo por considerar que “gera insegurança”. Não percebi a que tipo de insegurança se refere o senhor ministro, mas a diplomacia talvez não seja mesmo o meu forte. Eu só fico à espera de saber se a promessa do referendo é mais uma que cai no rol do esquecimento de José Sócrates.

FOTOS- VARIAÇÕES EM AMARELO












