Mostrar mensagens com a etiqueta Compromisso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Compromisso. Mostrar todas as mensagens

sábado, dezembro 22, 2007

SOCIALISMO



AFINAL NÃO HÁ COMPROMISSO
Alguns dias depois de todos terem lido as declarações de Alan Lamassoure, eis que o nosso ministro do Negócios Estrangeiros, o vem desmentir quanto à existência de um compromisso entre governos sobre a forma de ratificação do Tratado de Lisboa. Não sou versado em diplomacia, mas perante tais afirmações públicas feitas por um político francês, impunha-se um desmentido formal, público e diplomático, caso as declarações não fossem verdadeiras. Não parece ter acontecido assim, e parece que o senhor ministro só reagiu perante a interpelação feita por parlamentares.
Segundo as palavras de Luís Amado, “não há nenhum compromisso oculto entre os Governos” e que a frase de Lamassoure “se fizer um referendo, Sócrates é um traidor”, foi “uma atoarda que não tem qualquer fundamento”.
Fiquei agora mais esclarecido, mas continuei sem saber qual a posição do governo português, que só se irá conhecer depois de terminada a presidência da União, mas fiquei a saber a opinião pessoal do senhor ministro Luís Amado, que não concorda com a ratificação pela via do referendo por considerar que “gera insegurança”. Não percebi a que tipo de insegurança se refere o senhor ministro, mas a diplomacia talvez não seja mesmo o meu forte. Eu só fico à espera de saber se a promessa do referendo é mais uma que cai no rol do esquecimento de José Sócrates.


FOTOS- VARIAÇÕES EM AMARELO

Malinka Katarinka

Александр

*** * ***

CARTOON

Emad Hajjaj

Ana von Rebeur - Argentina

quinta-feira, outubro 25, 2007

quarta-feira, outubro 24, 2007

MEDO DO REFERENDO?

A opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, é respeitável se emitida na condição de simples cidadão, mas é inoportuna e criticável enquanto membro do governo português. Todas as opiniões são possíveis, e certamente cada um terá a sua, mas nem todos estão condicionados, como Luís Amado pelas posições anteriormente assumidas perante os seus eleitores e perante toda a opinião pública.
A frase mais difícil de “engolir” na sua entrevista ao Rádio Clube Português é a seguinte “os tratados internacionais não têm de ser referendados. É para isso que existem os parlamentos”. O senhor ministro esquece-se propositadamente do compromisso tomado perante o eleitorado pelo seu partido, quando se apresentou às eleições legislativas, e pretende dizer que mesmo não respeitando os compromissos eleitorais, os eleitos têm legitimidade para aprovar este tratado. É muito curioso este conceito de legitimidade política, na sua boca.
É também incompreensível que enquanto ministro do governo português tenha emitido esta opinião, quando também recordou que o governo condicionou a sua posição oficial por exercer a presidência da União Europeia até ao final de Dezembro, não querendo por isso condicionar ou inibir o desenvolvimento do processo negocial. Mas afinal Luís Amado é ou não o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal?
Por fim, temos o argumento da complexidade deste tipo de tratados e da dificuldade de fazer uma pergunta concreta entendível para o cidadão comum. Senhor ministro, os eleitores em causa são os mesmos que votaram maioritariamente no seu partido nas anteriores legislativas, para o bem ou para o mal.

*** * ***
PAISAGENS NO OUTONO
lilit10

monterey

*** * ***

CARTOON FRANCÊS
Chappatte

Delize