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segunda-feira, julho 29, 2019

sábado, abril 07, 2018

PORMENORES DE PINTURA

José António Benedito Soares de Faria e Barros, chamado autonomamente o Morgado de Setúbal, nasceu em Mafra, em 21 de Abril de 1752. Seu pai chamava-se António José Bernardo, tendo sido, nos princípios do reinado do rei D. José I, sindico do Convento dos Padres Arrábidos de Mafra, casado com Josefa Antónia Caetana Perpétua de Ossuna; teve ainda por tio José Joaquim Soares de Barros, astrónomo, conhecido pelas suas viagens, estudos e produções literárias, sendo um dos primeiros sócios da Academia Real de Ciências de Lisboa. É muito provável que José Benedito tivesse conhecido naquela vila Vieira Lusitano, tendo o seu avô, o sargento-mor António Soares de Faria, a responsabilidade de tesoureiro das Reais Obras de Mafra, na altura em que o pintor habitava no convento.

Depois dos primeiros estudos seguidos em Mafra, viria para Setúbal com a sua família, por volta do ano de1770, onde administrou o morgado dos Soares, que veio a herdar. MAIS


domingo, janeiro 28, 2018

UM QUADRO DE JOSÉ DE BRITO

Publiquei há alguns dias uma fotografia tirada a um quadro exibido no Palácio de Mafra, onde não consta nem a autoria nem o nome do mesmo. Confesso que consegui ler a assinatura e com ela cheguei a alguns dados sobre o autor, a sua obra e parte do seu percurso profissional e do seu tempo de aprendizagem.

O que mais me surpreendeu foi que após partilhar a fotografia do quadro, logo recebi um comentário com o nome do autor, da obra e até de quem o comprou. 

Fico mais contente por ver que nas redes sociais não existem apenas coisas banais e pessoas que perdem tempo com disparates, mas que existem também pessoas que não se importam em partilhar o conhecimento e em promover o gosto por coisas mais sérias como a arte. 

Alguns dados sobre José de Brito (AQUI)

Où est-tu Lili

Mártir do Fanatismo

quinta-feira, maio 04, 2017

APONTAR É FEIO

Nem os anjos escapam à crítica...

O anjo a apontar...

O anjo apanhado em flagrante

quinta-feira, abril 28, 2016

O MUNDO DA ARTE

O mundo dos objectos de arte movimenta muito dinheiro, não só pelo valor das obras que se transaccionam, mas também pelo valor do trabalho de conservação e restauro, já para não falar de aspectos ligados à segurança, transporte e exposição desses verdadeiros tesouros.

Apesar de ser um amante das artes, e um apreciador da sua beleza, e de conhecer razoavelmente museus, galerias um pouco por toda a Europa, não sou um especialista, nem nada que se pareça com isso, quando muito serei um entusiasta.

Como aconteceu decerto com muita gente, também eu fiquei interessado na notícia da descoberta de uma possível obra de Caravaggio, Judith e Holopherne, que foi anunciada com pompa e circunstância Pelo especialista em História da Arte, Eric Turquin.

Claro que houve logo quem dissesse que era de facto uma obra de Caravaggio, e também outros que colocaram algumas dúvidas, apesar da qualidade do quadro em questão. Como curioso nestas coisas fui lendo aqui e ali, e também eu fiquei com algumas dúvidas, quando comparei esta pintura com outra de Louis Finson existente em Nápoles, pertencente à Colecção Intesa Sanpaolo. As semelhanças são imensas, e recorde-se que Finson é autor de diversas cópias de obras de Caravaggio.


Agora é hora de dar a palavra aos especialistas, depois veremos o que é que eles decidem…

Este é o quadro atribuído a Caravaggio

Este é o quadro de Louis Finson

quarta-feira, abril 20, 2016

SOBRE AMADEO



Uma exposição no Grand Palais tornou mais conhecido o no Amadeo de Sousa Cardoso, do que anos e anos de exposição de obras deste pintor espalhadas um pouco por todo o mundo.

Sabemos que a Gulbenkian tem por cá boas obras e que as tem expostas com o devido destaque, mas Portugal não está na rota das grandes exposições, e isso conta, e muito, para a divulgação necessária para o reconhecimento devido de qualquer artista.

Deixo-vos aqui um artigo de Almada Negreiros sobre Amadeo:

“Amadeo de Souza-Cardoso é a primeira Descoberta de Portugal na Europa no século XX. O limite da Descoberta é infinito porque o sentido da Descoberta muda de substância e cresce em interesse- por isso que a Descoberta do Caminho Marítimo prá Índia é menos importante que a Exposição de Amadeo de Souza-Cardoso na Liga Naval de Lisboa.

Felizmente pra ti, leitor, que eu não sou crítico, razão porque te não chateio com elucidações de Arte de que estás tão longinquamente desprevenido; mas amanhã, quando já souberes que o valor de Amadeo de Souza-Cardoso é o que eu te digo, terás remorsos de o não teres sabido ontem. Portanto, começa lá hoje, vai à Exposição na Liga Naval de Lisboa, tapa os ouvidos, deixa correr os olhos e diz lá que a Vida não é assim?

Não esperes, porém, que os quadros venham ter contigo, não! Eles têm um prego atraz a prende-los. Tu é que irás ter com eles. Isto leva 30 dias, 2 meses, 1 ano mas, se tem prazo, vale a pena seres persistente porque depois saberás também onde está a Felicidade.”

José de Almada Negreiros
Poeta Futurista

Lisboa, 12 de Dez. de 1916  


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quarta-feira, dezembro 17, 2014

ABSTRACIONISMO

No 148º aniversário de Wassily Kandinsky, nada melhor do que mostrar duas pinturas de arte abstracta, ou abstracionismo é geralmente entendido como uma forma de arte (especialmente nas artes visuais) que não representa objetos próprios da nossa realidade concreta exterior. Ao invés disso, usa as relações formais entre cores, linhas e superfícies para compor a realidade da obra, de uma maneira "não representacional".


Blue painting de Wassily Kandinsky


Vermelho e azul de Franz Marc

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

PAUL CÉZANNE

Paul Cézanne nasceu em 19 de Janeiro de 1839, em Aix-en-Provence. O seu pai, Louis­-Auguste Cézanne, é negociante e exportador de chapéus de feltro. A mãe, Anne-Elisabeth Honorine Aubert, é filha de um torneiro marselhês. Paul foi batizado em 22 de Fevereiro na igreja de Santa Madalena, os pais só casaram em 1844. No ano de 1852 ele freqüenta o Collêge Bourbon (hoje Licée Mignet) onde começa amizade com Jean­-Baptiste Baille e Emile Zola, cujo pai trabalha num projeto de barragem em Aix. Eles fizeram numerosas excursões nos arredores de Aix.

Por vontade do pai, em 1859, Cézanne começa contrariado, estudo de Direito na Universidade de Aix. Livre do serviço militar, dado que o pai pagava quem o substitua, recebe o segundo prêmio da Escola especial de desenho por um estudo de figura. Louis Auguste Cézanne adquire o Jas de Bouffan, perto de Aix, que é a antiga residência do governador da Provença.

Reside em Paris de Abril a Setembro de 1861. Estuda nus na Academia Suíça onde encontra Camille Pissarro. Começa, então, um retrato de Zola e não o acaba. Regressa a Aix desanimado e entra para o banco do pai e retoma os estudos na Escola de Desenho de Aix.Arranja um estúdio no Jas de Bouffan no ano de 1862. Deixa o banco e abandona a carreira jurídica. Volta para Paris em Novembro com uma pensão mensal de 125 francos.

Em 1863 trabalha regularmente na Academia Suíça onde encontra, além de Achille Empéraire e Pissarro, Renoir, Monet e Sisley. Foi reprovado na Escola das Belas-Artes já que possuía temperamento de um colorista, mas ele exagerava.

Participa, em 1863, no Salão dos Recusados com Manet, Pissarro, Jongkind, Guillaumin, Whistler, Fantin-Latour e outros. Começa então a pintar quadros demoníacos e expressivos num estilo lançado e selvagem. Faz frequentemente cópias no Louvre, em especial de telas de Delacroix.

É recusado, em 1866, no Salão, envia, por sua vez uma carta de protesto ao diretor das Belas-Artes. Trava conhecimento com Manet, que elogia as suas naturezas-mortas.Começa também os primeiros ensaios de pintura ao ar livre. Fica em Aix a partir de Agosto e faz o retrato do pai a ler um jornal.

Novamente é recusado no Salão em 1869. Conhece Hortense Fiquet, de 19 anos de idade e encadernadora de profissão.

Tenta novamente entrar no Salão, mas é recusado 1870 e 1871. Passa o tempo que dura a Guerra Franco-Alemã em l’Estaque, na companhia de Hortense. Acaba o período tumultuoso com quadros sombrios e expressivos. Volta a Paris depois da Comuna.

Nasce o seu filho Paul em 1872. Instala-se com a família em Auvers-sur-Oise, onde pinta quadros com Pissarro. Logo, em 1873 pinta na casa do doutor Gachet. Trava conhecimento com o negociante de tintas Julien Tanguy que troca material de pintura pelos seus quadros. Encontra Van Gogh na casa Tanguy.

Tem sua primeira exposição coletiva, em 1874, dos impressionistas em casa do fotógrafo Nadar. Os quadros de Cézanne fazem escândalo (A Casa do Enforcado em Auvers, Uma Olímpio Moderna). No Verão fica em Aix e a partir de Setembro, fica outra vez em Paris.

Recusado no Salão, novamente em 1875. Renoir arranja-lhe um encontro com Victor Chocquet, inspetor das alfândegas e amador de arte, que se tornará um dos seus mais fiéis colecionadores. Participa, em 1877, na terceira exposição impressionista com 16 quadros e suscita ainda uma vez mais violentas críticas.

Passa o ano de 1878 em Aix e em l’Estaque enquanto Hortense e Paul vivem em Marselha. O pai toma conhecimento da existência deles e reduz a pensão mensal. Zola ajuda-o financeiramente. E é novamente recusado no Salão.

Em 1879 é recusado no Salão. No Outono, visita Zola em Médan. Desconcertado com o luxo do amigo, Cézanne afasta-se de Zola.

Em 1885 é outra vez recusado no Salão. Decide não enviar mais obras para lá. Passa uma grande parte deste ano e do ano seguinte em Aix e nos arredores da cidade.

Ruptura com Zola após a publicação do romance L’Oeuvre que descreve a vida de um artista falhado. Casa por sua vez com Hortense Fiquet. O pai de Cézanne morre em Outubro e ele herda uma fortuna considerável.

Vive principalmente em Aix, em 1887. Pinta com Renoir no Jas de Bouffan. Apresenta três quadros na exposição Les XX em Bruxelas, isso em 1890. No Verão, passa cinco eses com a sua família. No Outono, está outra vez em Aix. Sofre de diabetes. Primeira exposição individual em Dezembro de 1895, na casa do negociante de arte parisiense Ambroise Vollard. Pinta em 1896 na pedreira de Bibémus. Conhece o escritor Joachim Gasquet. A mãe de Cézanne morre em Outubro. A Nationalgalerie de Berlim compra um quadro de Cézanne. É a sua primeira tela num museu.

Trabalha em Aix, 1898, perto do Chateau Noir. Depois, outra vez fica um longo tempo em Paris. Em 1899, fica em Paris até o Outono e, depois, regressa a Aix onde ficará durante cinco anos quase sem interrupção. Venda do Jas de Bouffan. Aluga uma pequena casa em Aix e contrata uma governanta. A mulher e o filho vivem, sobretudo em Paris. Uma nova exposição individual na Casa Vollard. As suas telas atingem somas consideráveis.

Três dos seus quadros na exposição centenal de Paris, em 1900. O negociante de arte Cassirer organiza em Berlim uma exposição individual. Não é vendida qualquer tela.

Participa no Salão dos Independentes, 1901, em Paris e em exposições em Bruxelas e na Haia. Compra um terreno no Chemin des Lauves, acima de Aix.

Em 1902 muda para o seu novo estúdio, Chemin des Lauves. Morte de Zola em Setembro. A venda da coleção Zola no decurso da qual as obras de Cézanne, 1903, atingem um preço médio de 1.500 francos. Expõe na Secessão Vienense. Neste mesmo ano, Pissarro morre.

Visita de Emile Bemard, em 1904, que o vê pintar. Vai a Paris para participar no Salão de Outono. Expõe trinta telas. Em Berlim, segunda exposição individual na Casa Cassirer. As suas relações com os outros tornam -se cada vez mais difíceis. A diabetes enfraquece-o cada vez mais.

Expõe seus quadros no Salão de Outono, em 1905, e nos Independentes. O negociante de arte Durand-Ruel envia dez dos seus quadros à exposição impressionista de Londres.

Participa no Salão de Outonoem 1906 mais uma vez. No mesmo ano, Cézanne é surpreendido por uma tempestade no dia 15 de Outubro e morre a 7 dias depois, de uma pneumonia. Cézanne é enterrado no cemitério Saint-Pierre d’Aix.

Acontece em 1907, a Grande Retrospectiva no Salão de Outono com 56 quadros de Paul Cézanne. Em 1954 O estúdio do Chemin des Lauves é aberto ao público.

Informações retiradas do livro: " Cézanne " de Ulrike Becks-Malorny



Léda au cygne (1880-82), Paul Cezanne’s version of ‘Leda and the swan’
dimensions 59.8 cm x 75 cm, located at The Barnes Foundation, Merion, Pennsylvania


A Modern Olympia
1873–1874
Musee d'Orsay, Paris


MÚSICA

sábado, janeiro 22, 2011

DANÇA MACABRA

Esta representação da Morte (abaixo do texto), da autoria de Hans Holbein, mostra que o estatuto da vítima, em vida, não importa para nada, vendo-se que a dança da morte une a todos, conforme está representado pela Morte conduzindo um conjunto de pessoas de diferentes classes sociais dançando em direcção dos respectivos túmulos – aqui representados pelo imperador, o rei, o papa, o monge, o adolescente e a bela mulher, todos em forma de esqueleto.

Tudo isto teve um forte impacto na época, devido à Peste Negra que assolou a Europa à época, passando a mensagem de quanto eram vãs as glórias terrenas.



PINTURA
Dança Macabra (para ver melhor clicar na imagem)

TIRA - REALISMO

quarta-feira, janeiro 19, 2011

ANIVERSARIANTES

As palavras

São como cristal,

as palavras.

Algumas, um punhal,

um incêndio.


Outras,

orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.

Inseguras navegam:

barcos ou beijos,

as águas estremecem.


Desamparadas, inocentes,

leves.

Tecidas são de luz

e são a noite.

E mesmo pálidas

verdes paraísos lembram ainda.


Quem as escuta? Quem

as recolhe, assim,

cruéis, desfeitas,

nas suas conchas puras?

Eugénio de Andrade



PINTURA DE PAUL CÉZANNE




domingo, janeiro 09, 2011

CÂNDIDO PORTINARI

Candido Portinari nasceu no dia 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café em Brodoswki, no Estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária de desde criança manifestou sua vocação artística. Aos quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro em busca de um aprendizado mais sistemático em pintura, matriculando-se na Escola Nacional de Belas Artes.

Texto retirado DAQUI






CARTOON


terça-feira, outubro 26, 2010

GREGÓRIO DE MATOS

À MARGEM DE UMA FONTE QUE CORRIA...

A uma dama dormindo junto a uma fonte.

À margem de uma fonte, que corria,
Lira doce dos pássaros cantores
A bela ocasião das minhas dores
Dormindo estava ao despertar do dia.

Mas como dorme Sílvia, não vestia
O céu seus horizontes de mil cores;
Dominava o silêncio entre as flores,
Calava o mar, e rio não se ouvia,

Não dão o parabém à nova Aurora
Flores canoras, pássaros fragrantes,
Nem seu âmbar respira a rica Flora.

Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
Aves cheirosas, flores ressonantes.


PINTURA AFRICANA


sábado, março 06, 2010

UM PINTOR CHINÊS

Qi Baishi a quem Picasso chamou «o maior pintor oriental», foi em 2009 o terceiro mais vendido do mundo, depois de Picasso e Andy Warhol.

A obra deste pintor é quase desconhecida dos portugueses, pelo que vos deixo aqui 3 pinturas deste artista que merece ser conhecido.



PINTURAS DE QI BAISHI





CARICATURA
Ivete por Quinho

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

EXPOSIÇÃO

A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, já nos habituou a boas exposições de arte e agora anuncia mais uma a partir de dia 12 de Fevereiro.

Com o título de “A perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa”, esta mostra de correrá em duas partes, sendo que a 1ª, começa ainda este mês e reúne 71 pinturas de mestres europeus dos séculos XVII e XVIII.

Saiba mais AQUI




FOTOGRAFIA
loticsir

loticsir


CARTOON

domingo, novembro 09, 2008

DOMINGO COM TORGA

Confiança
 
O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura...
E que a doçura
Que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova...
 
                Miguel Torga


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PINTURA IMORTAL
O rapto das filhas de Leucipo de Rubens

Dança dos aldeões de Rubens

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CARTOON
Junião

Junião

Junião

sexta-feira, abril 04, 2008

OS PAINÉIS DA SÉ DE ÉVORA


Porque nem tudo é mau na Cultura, e porque quem lá trabalha de verdade me merece o maior respeito, aqui fica o convite para verem uma exposição dos painéis flamengos da Sé de Évora, no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa.

Coloquei aqui esta sugestão depois de visitar a exposição, e após ter visto pela 1ª vez estes painéis. Fiquei agradavelmente surpreendido pelo trabalho efectuado na preparação do restauro, com um estudo criterioso das obras que está bem documentado, e que permitiu, não só saber mais sobre as obras, mas sobretudo uma intervenção criteriosa e adequada.

Tudo isto merece uma referência elogiosa, e sobretudo a visita de todos os que se interessam pela arte e pelo nosso Património.

NOTAS
O meu agradecimento ao Ludovico pela chamada de atenção.
Mais informação e um vídeo AQUI e AQUI

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FOTOGRAFIA

Velvet dress by Wendelin

I will always by Wendelin

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CARTOON

El pecado by Boligan

Frederick Deligne