Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Público. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, abril 24, 2019

PÚBLICOS E PATRIMÓNIO


Os museus, palácios e monumentos são visitados por muita gente, de todas as nacionalidades, com diferentes graus de conhecimento e de todas as idades, o que nos leva a concluir com alguma certeza que constituem diversos tipos de público.

Diversos públicos deviam ter, forçosamente, interesses também eles diversos, pelo que a oferta, sobretudo expositiva e informativa, devia ser diversificada. Infelizmente a oferta é muitas vezes formatada e visa apenas conseguir multiplicar o número de entradas, e consequentemente das receitas.

A sociedade em que vivemos está cada vez mais formatada, e os públicos começam a apresentar comportamentos cada vez mais similares, e com interesses cada vez mais semelhantes. A imagem, o imediatismo, a partilha de experiências através das redes sociais, e a resposta à corrente que nos é mais próxima, faz com que os comportamentos sejam quase os mesmos, independentemente de quem somos.

O comportamento dentro dos museus, palácios e monumentos começa a obedecer a um padrão, que infelizmente não o melhor, o mais proveitoso, e certamente muito mais afastado do que aquele que nós pensamos ser predominante, e correcto.

Claro que quem está fora desta realidade tem uma percepção diferente, feita à sua própria imagem, e custa-lhe a aceitar que estejamos a caminho duma normalização, mas chamo-vos a atenção para este artigo, de onde tirei a imagem abaixo.



segunda-feira, janeiro 02, 2017

O PÚBLICO E O PRIVADO

Fala-se muito nas virtudes do sector privado e nos defeitos do sector público, contudo nunca se quer ir muito longe na discussão desse assunto, como é nosso hábito.

Existe um factor que para mim é muito importante, e esse é o da transparência, onde o sector público leva a melhor na comparação. Uma consulta aos quadros do pessoal dos serviços, e às tabelas de vencimentos podem ser feitas por qualquer pessoa.

Começando pelo caso do ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos, temos que no sector privado não existe a obrigação da declaração de rendimentos, no caso dos gestores, mas não ficamos apenas por aqui porque sabe-se que existem muitas empresas e seus colaboradores, que declaram rendimentos inferiores aos reais, fugindo assim às suas obrigações para com o fisco e com a Segurança Social.


É sempre mais fácil atacar os serviços públicos, afinal todos os pagamos e todos temos que os usar, mas deve existir consciência cívica para denunciar aquilo que está mal, e cumprir escrupulosamente aquilo que nos cabe enquanto cidadãos, independentemente do sector em que trabalhamos.


domingo, janeiro 31, 2010

AS ELITES NACIONAIS

Há uma tendência para se tentar juntar uns quantos nomes sonantes do meio, sempre que se pretende identificar ou resolver problemas de um dado sector. Em geral diz-se que estes grupos de conselheiros, ou especialistas são as “elites” do meio.

A senhora ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, convidou um grupo de personalidades como conselho consultivo para funcionarem como “os olhos e os ouvidos” do Ministério da Cultura.

Tenho uma opinião pouco favorável em relação a estes “conselhos consultivos”, onde têm assento estas “elites”, não pela competência ou empenhamento real que possam ter, mas porque não é este o perfil médio dos “consumidores” de Cultura do nosso país.

ARTE AFRICANA



CARTOON
Velhas Glórias in Henricartoon