Portugal revela-se um paraíso
para os grandes merceeiros, como se constata pelo facto de os dois maiores
merceeiros da nossa praça, terem enriquecido 742 milhões em 2012, um ano em que
a maioria dos cidadãos deste pobre país viu as suas finanças encolherem
brutalmente.
Nada tenho contra os grandes
merceeiros, considerando apenas a actividade que é necessária, mas tenho
grandes objecções quanto ao domínio do mercado da distribuição, quanto ao tipo
de contratações praticadas pelos dois players, e quanto às isenções que os dois
grupos conseguem nas contribuições ao Estado.
Com a contracção dos salários e
com o aumento brutal do desemprego, é sempre bom saber-se quem ainda lucra nestas situações…
CARTOONS

