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terça-feira, junho 30, 2015

MÁ GESTÃO OU GESTÃO DANOSA?

A crise que o país atravessa e o memorando assinado com a troika, não podem servir para justificar a gestão ruinosa dum governo que teima em vender o país a pataco, por manifestamente não ser competente na gestão do património do Estado.

A venda da ED, da REN, da ANA e da TAP, numa altura que foi tudo menos oportuna, e por valores muito baixos, deixaram a fazenda pública praticamente só dependente da cobrança de impostos, e retiram ao Estado instrumentos para regular serviços absolutamente vitais ao país.

Destas empresas apenas a TAP se encontrava em situação económica difícil, e todas as outras davam lucros que garantiam algum desafogo à tesouraria pública. A TAP podia ser ajudada pelo Estado, ao contrário do que nos fizeram crer, como aconteceu com a LOT, que apresenta um futuro risonho.

O Tribunal de Contas veio agora dizer que a venda da REN e da EDP foi má para os interesses do Estado e que os dividendos anuais das duas garantiam muito mais dinheiro do que o obtido com a sua privatização.


Um grupo de gestores que tivesse feito maus negócios destes, numa empresa privada seria despedido de imediato, para além de enfrentar processos em tribunal por gestão danosa. É uma pena que o mesmo não aconteça a quem desbarata o património de todos nós e faz negócios claramente prejudiciais ao Estado.


sexta-feira, agosto 09, 2013

ATENTADOS À DEMOCRACIA



A política nacional está cheia de atentados à Democracia, e por isso é ridículo ouvir a expressão da boca de um político que está em funções governamentais.

O ministro Poiares Maduro veio a público falar em «atentado à democracia» a propósito de uns documentos ligados aos contratos swap, alegando a possibilidade de falsificação, mas em momento nenhum veio negar o envolvimento de Joaquim Pais Jorge na tentativa de venda ao governo português de tais contratos.

Não há inocentes na má gestão da coisa pública, e pouco interessa ouvir as razões do chamado bloco central dos interesses, onde estão incluídos PSD, PS e CDS, que partilharam durante mais de duas décadas os destinos da nação, sós ou em coligação.

Enquanto estes partidos perdem tempo lançando culpas uns aos outros, é bom que os cidadãos se interroguem se vale a pena continuar a votar em tal gente, ou se pelo contrário os devemos entregar à Justiça para responderem pelos seus actos públicos.

Democracia implica responsabilidade, e PSD, PS e CDS são responsáveis pelo estado em que o país se encontra.   


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