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terça-feira, janeiro 10, 2017

O CAOS NO TRÂNSITO DE SINTRA

A proximidade das eleições autárquicas talvez explique o caos em que se transformou o trânsito em Sintra nas horas de ponta.

Todos os acessos à Vila de Sintra estão em obras, quer se entre por S. Pedro, pelo Tribunal, pela Várzea ou pela Serra de Sintra, vamos encontrar sentidos proibidos, desvios, faixas ocupadas por máquinas, valas ou buracos delimitados por grades ou fitas.

A palavra planeamento deve ser desconhecida da edilidade, tal como fiscalização, que deve ter ficado dentro de algum escritório, talvez por causa do frio que se vai sentindo.

Mesmo admitindo que estamos na época baixa do turismo, e tudo parece andar em volta disso, temos os cidadãos que pagam os seus impostos e que merecem mais respeito por parte do município.

Por último temos a sinalização que é rudimentar e inadequada e a informação que o município não sabe ou não quer utilizar para manter os cidadãos informados, podendo assim evitar muitos incómodos.


Já gora uma constatação sobre este mandato autárquico, que se resume a  anos sem nada fazer que se veja na zona da Vila de Sintra, e agora no final do mandato um corrupio desordenado de obras que resultam em grande confusão, muito incómodo e até prejuízo para quem aqui mora ou trabalha.


segunda-feira, dezembro 29, 2008

RAPIDINHAS

A senhora ministra rejeita – Pelos vistos a ministra da Saúde rejeitou, esta segunda-feira, a ideia de «caos» nos serviços de urgência da Grande Lisboa nos 3 últimos dias. Claro que a senhora esteve de perfeita saúde e não teve tempo para se deslocar ao Amadora – Sintra no último fim-de-semana, porque se lá tivesse ido, ou se a tivessem informado convenientemente, saberia que houve esperas de mais de 24 horas num dia e mais de 12 horas no outro. Doutora Ana Jorge, se isto não é um «caos», sugira lá um outro nome só para nós a podermos entender.

Filhos e Enteados – Os bancos, mesmo aqueles em que as irregularidades são evidentes, e aqueles que apostaram em produtos de risco, não podem ir à falência, por intervenção de um governo socialista, defensor da iniciativa privada. O mesmo acontece com umas quantas empresas, que eram grandes sucessos ainda há pouco, mas que agora estão com a corda na garganta e ameaçam com despedimentos ou encerramento. O Zé, esse está mesmo condenado ao esquecimento, e olhem que não falo em mim, ou em muitos outros Zés, que labutam e lutam pelo salário. As Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e que existem desde o século XIX, podem encerrar definitivamente no final do ano, e não me consta que os nossos governantes, nem sequer o ministro da Cultura tenham dito uma palavra sequer sobre o assunto.



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CERÂMICAS DE BORDALO PINHEIRO