terça-feira, janeiro 10, 2017
O CAOS NO TRÂNSITO DE SINTRA
segunda-feira, dezembro 29, 2008
RAPIDINHAS
A senhora ministra rejeita – Pelos vistos a ministra da Saúde rejeitou, esta segunda-feira, a ideia de «caos» nos serviços de urgência da Grande Lisboa nos 3 últimos dias. Claro que a senhora esteve de perfeita saúde e não teve tempo para se deslocar ao Amadora – Sintra no último fim-de-semana, porque se lá tivesse ido, ou se a tivessem informado convenientemente, saberia que houve esperas de mais de 24 horas num dia e mais de 12 horas no outro. Doutora Ana Jorge, se isto não é um «caos», sugira lá um outro nome só para nós a podermos entender.
Filhos e Enteados – Os bancos, mesmo aqueles em que as irregularidades são evidentes, e aqueles que apostaram em produtos de risco, não podem ir à falência, por intervenção de um governo socialista, defensor da iniciativa privada. O mesmo acontece com umas quantas empresas, que eram grandes sucessos ainda há pouco, mas que agora estão com a corda na garganta e ameaçam com despedimentos ou encerramento. O Zé, esse está mesmo condenado ao esquecimento, e olhem que não falo em mim, ou em muitos outros Zés, que labutam e lutam pelo salário. As Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e que existem desde o século XIX, podem encerrar definitivamente no final do ano, e não me consta que os nossos governantes, nem sequer o ministro da Cultura tenham dito uma palavra sequer sobre o assunto.



