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sexta-feira, janeiro 01, 2010

COMEÇAR PELO PRINCÍPIO

É bom que se comece a pensar em novas formas de gestão dos espaços museológicos em Portugal, e que isto seja objecto de discussão a todos os níveis destes serviços e não restrito a um núcleo de dirigentes que afinal são os que dirigem actualmente estes equipamentos.

Cada museu ou monumento tem as suas particularidades, que têm que ser tomadas em conta, mas a nível de gestão global não é necessário inventar nada porque há modelos testados que já demonstraram as suas virtualidades, basta dar uma olhada atenta à Reunion des Musées Nationaux (RMN) e apreciar os resultados.

Por cá os responsáveis governamentais não gostam de copiar bons exemplos, nem sequer de pedir ajuda a quem está uns passos à nossa frente. A solução milagrosa vem sempre na esteira da gestão privada, como se o problema fosse apenas o ser dependente da esfera pública ou privada e não um problema de organização e racionalização de bens culturais, que muitos países sabem bem valorizar internacionalmente e rentabilizar economicamente.

A Espanha e a França, ainda que com soluções muito diferentes, conseguiram revitalizar o seu Património, torná-lo atractivo, e aproveitaram para dele fazer uma âncora turística, que ajuda toda a cadeia de investimentos que dependem do mercado das viagens e do turismo, tornando estes países placas giratórias dos fluxos de visitantes das Américas e do Oriente.

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PINTURA - 2 MESTRES 1 TEMA
Ressurreição de Piero della Francesca.

Ressurreição de Cristo (Rafael)

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CARTOON
Preocupações ambientais por Christo Komarnitski

Stephane Peray