Quando todos estavam a pensar que a discussão dum Orçamento de Estado ía conduzir à discussão de opções políticas quanto ao modo de empregar o dinheiro de todos nós, da maneira mais racional e com mais justiça social, eis que os dois representantes dos maiores partidos nacionais decidem começar a desfiar os episódios passados, um do outro, no que concerne às suas carreiras governativas.
O Parlamento e os portugueses mereciam um pouco mais de respeito por parte destes dois senhores, porque eles são pagos para resolverem assuntos nacionais e não para combates pessoais, que em nada contribuem para o bem-estar do País e dos cidadãos. O Orçamento de Estado é um instrumento de governação que afecta a vida de todos nós, para o bem ou para o mal, e estas lutas políticas, ou de protagonismo podem e devem ser dirimidas noutros espaços, ou pelo menos noutras ocasiões.
A comunicação social pode vir a encher páginas ou espaços televisivos e de antena radiofónica, com frases como “ o governo que fugiu” ou “um passado de triste memória”, mas os cidadãos eleitores, ou pelo menos eu, o que queremos saber é, onde e como é que vão ser empregues os dinheiros provenientes do nosso trabalho e dos nossos impostos.
Não me importa saber o que vão dizer alguns comentadores políticos quando lhes perguntarem quem ganhou este primeiro confronto entre Sócrates e Santana Lopes, porque estou perfeitamente convencido que eu e os demais portugueses, ficámos a perder, porque não fomos devidamente elucidados sobre as virtudes e defeitos do Orçamento, que até era o tema do debate.
O Parlamento e os portugueses mereciam um pouco mais de respeito por parte destes dois senhores, porque eles são pagos para resolverem assuntos nacionais e não para combates pessoais, que em nada contribuem para o bem-estar do País e dos cidadãos. O Orçamento de Estado é um instrumento de governação que afecta a vida de todos nós, para o bem ou para o mal, e estas lutas políticas, ou de protagonismo podem e devem ser dirimidas noutros espaços, ou pelo menos noutras ocasiões.
A comunicação social pode vir a encher páginas ou espaços televisivos e de antena radiofónica, com frases como “ o governo que fugiu” ou “um passado de triste memória”, mas os cidadãos eleitores, ou pelo menos eu, o que queremos saber é, onde e como é que vão ser empregues os dinheiros provenientes do nosso trabalho e dos nossos impostos.
Não me importa saber o que vão dizer alguns comentadores políticos quando lhes perguntarem quem ganhou este primeiro confronto entre Sócrates e Santana Lopes, porque estou perfeitamente convencido que eu e os demais portugueses, ficámos a perder, porque não fomos devidamente elucidados sobre as virtudes e defeitos do Orçamento, que até era o tema do debate.
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