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sexta-feira, junho 20, 2008

RAPIDINHAS

Pobre Cultura – Por altura da tomada de posse como ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, disse que pretendia fazer mais, com menos dinheiro, e essa afirmação colou-se-lhe à pele. Passados uns meses veio anunciar que afinal não haverá a anunciada exposição do Museu Hermitage no Museu Soares dos Reis, no Porto, como estava previsto. Talvez alguns se lembrem do Museu do Mar da Língua Portuguesa, que também estava prometido, pois bem, parece que também já foi adiado porque o ministro já veio dizer que “será muito difícil lançar um concurso público até ao final do ano. Os portugueses que se interessam pela Cultura começam a perguntar o que é que significava então “fazer mais com menos dinheiro”, porque é difícil compreender a frase de Pinto Ribeiro.



Entidade Reguladora – A ERSE, que deveria regular os serviços energéticos, já tinha demonstrado a sua inutilidade com o caso do preço dos combustíveis, e agora junta-lhe mais um absurdo com o caso da EDP. Primeiro vem propor que o risco de má cobrança dos consumos seja partilhado pelos outros consumidores, e depois avança com a possibilidade de revisão das tarifas trimestralmente. Como se transforma uma entidade reguladora, de serviços prestados por entidades verdadeiramente monopolistas, em defensora desses mesmos monopólios, é algo que é incompreensível, mas se a moda pega estamos lixados!

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mashe

mashe

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Tayo Fatunla

Christo Komarnitski

terça-feira, maio 06, 2008

MINISTRO DISTRAÍDO

Ao ler no DN de 5 de Maio que o senhor ministro da Cultura só teve conhecimento este fim-de-semana da descoberta do barco naufragado na costa da Namíbia, fiquei ainda com mais certezas de que o senhor José António Pinto Ribeiro “não encaixa” no perfil exigível para a pasta que lhe foi confiada.

O assunto já vem sendo debatido na Internet há pelo menos uns 15 dias, já saíram declarações públicas nos órgãos de comunicação social de pessoas ligadas à arqueologia subaquática, e pelos vistos o Ministério da Cultura, ou pelo menos o seu mais alto responsável, não teve conhecimento de nada.

Podia aqui invocar a importância que o Estado espanhol dá a este assunto, e o empenho demonstrado com recursos a instâncias internacionais e aos tribunais para reclamar a sua autoridade sobre achados desta natureza, relacionados com embarcações espanholas, mas também acho que o senhor ministro as deve desconhecer.

É absolutamente fantástica uma afirmação sua estampada no referido jornal, “Pertencem (as peças encontradas) ao património português, mas não são nossas”. Eu nunca achei que a demissão de um ministro fosse solução para os problemas que derivam da pasta a que preside, mas com afirmações destas, senhor Pinto Ribeiro, se eu fosse 1º ministro deste país, repetiria a frase mais emblemática de Humberto Delgado: “Obviamente demito-o”.

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Tulips in blue reflections by *mirator

Tulips. Natural light by *mirator

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