Quase toda a gente sabe que em
1834 foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios, e todas
as outras casas das ordens religiosas regulares, já poucos sabem quem foi o
autor de tal lei.
Joaquim António de Aguiar, um político
conhecido por ser maçon, um liberal, e mais tarde membro do Partido
Regenerador, esteve em diversas pastas ministeriais, nomeadamente na de
Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, durante a regência de D.
Pedro IV, em nome de D. Maria II, foi quem promulgou essa lei que lhe valeria a
alcunha de Mata-Frades.
Com a extinção das ordens
religiosas os seus bens foram incorporados na Fazenda Nacional, sendo por isso
uma medida controversa que levaram a grande contestação por parte das forças mais
conservadoras e rurais.
