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domingo, outubro 15, 2017

IMINÊNCIA DE RUPTURA

O director do Museu Nacional de Arte Antiga, António Filipe Pimentel, veio mais uma vez a público para denunciar problemas no seu museu, dizendo que é preciso decidir com urgência o seu futuro de gestão, que segundo ele está na iminência de ruptura.

Citando António Filipe Pimentel, “o museu está na iminência de ruptura, desde logo no plano dos recursos humanos. Temos menos de 50 % dos funcionários que tínhamos em 1998. E também precisa de crescer fisicamente, e ganhar uma nova dimensão que permita cumprir bem a sua missão.”


Sabendo que o crescimento físico está em andamento, a dar crédito à imprensa, fica o problema da falta de recursos humanos, e aqui é que reside a dúvida que não foi esclarecida: quais são especificamente os recursos humanos em falta descriminados em números e em categorias profissionais, porque isso é muito importante. 


sábado, maio 14, 2016

JEROEN VAN AEKEN

Este nome é capaz de nada dizer à grande maioria das pessoas, mas é o verdadeiro nome do pintor e gravador que é mais conhecido com o pseudónimo de Hieronymus Bosch.

Bosh foi o autor do tríptico “As Tentações de Santo Antão”, que vai agora de abalada para Madrid, para uma exposição sobre os 500 anos passados sobre a morte do artista. Em Espanha Bosch é conhecido como El Bosco, e está bem representado no Museu do Prado com obras como “O Carro do Feno”, “Os Sete Pecados Mortais” e “O Jardim das Delícias”, que é o meu preferido.


“As Tentações de Santo Antão” é um dos grandes cartões de visita do Museu Nacional de Arte Antiga, e todos os conhecedores dos interesses dos públicos que visitam este nosso museu, são unânimes em lamentar que o tríptico esteja fora de Portugal exactamente na época alta do turismo.

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sábado, junho 06, 2009

ENCOMPASSING THE GLOBE

Com este nome mas com outro enfoque, “Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII, a exposição que já passou por Washington e Bruxelas, vai estar patente no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa, de 15 de Julho a 11 de Outubro.

Não estamos a falar exactamente da reposição do que já esteve exposto noutras paragens, mas sim de uma exposição que sucede às duas anteriores, refrescada com outras peças oriundas de diversas colecções nacionais estrangeiras, desde o Louvre ao British Museum, passando pelos biombos Nambam e pela Custódia de Belém.

Espera-se que esta exposição seja um êxito, quer na atracção de público nacional, quer estrangeiro, e que seja um olhar sobre a primeira globalização do globo, protagonizada por um povo empreendedor, que quando bem comandado é capaz de grandes coisas.

A um nível mais prático e funcional, espera-se que os 3 milhões de euros envolvidos nesta realização venham a mostrar-se efectivos na melhoria do edifício propriamente dito e no reforço dos sistemas de segurança, algo sempre necessário num museu nacional.




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FOTOGRAFIA
Autor desconhecido (recebida via mail)

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CARTOON
O Paraíso?

Falência do sistema