Existe uma quase unanimidade na exigência de concursos para os quadros dirigentes do Estado, ao contrário do que acontece com demasiada regularidade.
Os regimes de substituição, que acabam por dar preferência a muitos nomeados logo que se abre o respectivo concurso, e os ainda muitos cargos que não estão sujeitos a concurso mas sim à confiança política, causam prejuízos ao Estado e a sua partidarização que não é nada saudável.
Infelizmente também há concursos à medida, e só se poderá afirmar que a politização dos cargos é “residual” com os olhos completamente tapados e com algodão nos ouvidos.
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AMADORA BD - 20 ANOS

