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terça-feira, fevereiro 25, 2014

PROGRESSO OU RETROCESSO

Nas reuniões partidárias e nas campanhas eleitorais começa a ser uma constante ouvir-se os maiores disparates, bem como os maiores barretes.

É inútil recordar o que foi dito por membros deste governo na última campanha eleitoral para a Assembleia da República, mas o Congresso do PSD aconteceu há poucos dias e também serve para se ter uma ideia sobre o que digo.

Grosso modo ouviram-se diversas vozes deste partido da maioria a dizer que o país está melhor e que os sinais da economia são bons mas será que é verdadeiramente assim?

Ora vale bem a pena ler os jornais destes dias, e fica-se a saber que o desemprego voltou a aumentar, que os casais de desempregados aumentaram, que há mães que abandonam os filhos por não terem como os sustentar, ou que expõem as suas carências em público porque não têm como alimentar os filhos. Podia continuar a descrever notícias deste tipo, mas chegam como exemplo.

Para os tais congressistas é o país que está melhor e que ainda não chegaram as melhorias aos cidadãos (?). Não sei como é que isso é racional porque o país somos nós, os cidadãos, e se não estamos melhor então é porque não há melhoras.


A dívida pública por acaso diminuiu? Os impostos porventura baixaram? Os salários e as pensões aumentaram? Será que o progresso para este governo não é um retrocesso nas condições de vida da maioria dos portugueses?

 Roubado DAQUI

quinta-feira, outubro 17, 2013

GOVERNANTES LIDAM MAL COM A VERDADE



Já todos falaram das mentiras que se ouviram da boca dos governantes e que estão perfeitamente documentadas.

Passos Coelho é o político que tem mais entradas no You Tube onde estão registadas afirmações que depois foram completamente contrariadas na prática, mas parece que nem assim os membros do executivo deixaram de faltar à verdade.

Claro que já sabemos que a palavra mentira na boca dos políticos foi substituída por outras expressões mais suaves, mas não passam de eufemismos, na minha opinião.

Depois de Passos a propósito dos cortes nos subsídios e nos salários da função pública, surgiu Maria Luís Albuquerque dizendo que nunca tinha tratado de swaps, logo seguida do ministro dos Negócios Estrangeiros que mentiu sobre as acções da SLN.

Agora temos mais uma imprecisão, para não dizer mentira, da ministra das Finanças que veio garantir que os cortes dos salários na função pública são uma medida transitória, quando no texto do relatório do Orçamento de Estado a medida está inscrita como medida permanente.
 
Não acreditamos em lapsos desta natureza e a própria afirmação da ministra quando diz que, “transitório não é necessariamente anual” e que a medida “durará até que tenhamos condições para pode aumentar novamente os salários dos trabalhadores do Estado”, demonstra bem o espírito que enformou a sua decisão.

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