
sexta-feira, dezembro 15, 2006
quinta-feira, dezembro 14, 2006
CULTURA EMPRESARIAL

Looking at the bones is exactly what paleontologist Jin Meng, of New York City's American Museum of Natural History, did. Fossils from eastern Mongolia told him and colleagues they'd discovered a completely new order of mammals.
Volaticotherium antiquus—"ancient gliding beast"—is what they named the only known species of the new order (shown above in an artist's conception released today by the journal Nature, along with Meng and company's study).
Weighing in at less than a pound (half a kilogram), the squirrel-like creature boasted beastly teeth that give it away as an insect-eater, like most mammals of its time, according to the study.
More important, though, are fossil impressions of an airfoil-like skin-membrane fold—as well as elongated limbs needed to support such a "sail"—which identify the animal as a glider, the researchers say. And its backbones suggest it had a long tail that served as a stabilizing rudder.
The team says it all adds up to a mammal that glided 70 million years before any other—and possibly even before birds took to the air.
Now that's something completely different.
—Ted Chamberlain
quarta-feira, dezembro 13, 2006
SEM INSPIRAÇÃO
Hilton defends Britney's "partying ethics"
Amit Bhargava/Corbis
Homens indianos precisam de preservativos especiais
Uma questão de tamanho
Cátia Mateus
A dimensão dos preservativos está a preocupar as autoridades de saúde na Índia. São precisos tamanhos mais pequenos, três a cinco centímetros mais pequenos.
EXPRESSO 12:20 quarta-feira, 13 DEZ 06
segunda-feira, dezembro 11, 2006
TRADIÇÃO E MODERNIDADE PORTUGUESAS

Governo cria empresa para gerir função pública
O Governo vai criar uma empresa pública para gerir a reforma da Administração Pública, que cobrará os seus serviços aos vários departamentos do Estado, avança o Diário de Notícias com base num documento que elabora o esboço da futura ESPAP.
O projecto de lei, que institui a criação da futura Empresa de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP) - e ao qual o jornal diz ter tido acesso - , já vai na sua segunda versão.
O projecto da nova empresa pública prevê que o processo de empresarialização dos serviços públicos não fique por aqui, «pois a nova entidade poderá constituir outras». No projecto de lei, refere-se que a ESPAP pode «proceder à constituição de sociedades comerciais integralmente detidas por si ou igualmente participadas pelo Estado, com vista ao desempenho indirecto das atribuições que lhe são cometidas».
A entidade terá a cargo a gestão e acompanhamento dos funcionários em mobilidade especial, mais conhecidos por supranumerários, mas também todas as actividades relacionadas com a prestação de serviços de suporte à Administração Pública, refere o artigo.
Entre essas actividades constam todas as relacionadas com os recursos humanos - como sejam o processamento de vencimentos e análise do desempenho -, e ainda a contratação centralizada de bens e serviços, no âmbito do sistema nacional de compras públicas, além da gestão da frota automóvel do Estado.
Diário Digital
11-12-2006 8:54:12
Comentário
Com a idade que tenho ainda há coisas que me espantam como seja este intento do governo Socialista (?).
Espantado pela criação de (mais) uma empresa pública para gerir a reforma da Administração Pública.
Espantado pela possibilidade desta empresa poder vir a constituir outras (não parece ter limites).
Espantado por esta empresa ter a seu cargo a gestão e acompanhamento dos funcionários (públicos) em mobilidade especial, dando a impressão que nesta situação deixam de ter o vínculo contratualizado com o Estado.
Espantado por passarem para a esfera desta empresa todas as actividades relacionadas com os recursos humanos nomeadamente a análise do desempenho, apesar de estar na esfera comercial e afastada da realidade dos locais de trabalho.
Espantado por não ouvir uma palavra do Presidente do Tribunal de Contas sobre tudo isto.
Espantado por não haver uma única linha sobre os custos estimados da actividade desta empresa-mãe de muitos filhos (sociedades comerciais).
Saem funcionários e contratam-se outras pessoas para fazer o mesmo trabalho, só que enquadrados por uma empresa pública com gestores comerciais (?) sem as limitações e burocracias estatais.
sábado, dezembro 09, 2006
PREPARAR A CAMPANHA FUTURA
sexta-feira, dezembro 08, 2006
NOTÍCIAS DE HOJE

«Apesar de não ter uma remuneração regular, decidi não ter exclusividade na Assembleia. Por isso, posso trabalhar para ouros sítios», referiu.
Maria de Belém, além de deputada socialista, assume actualmente a presidência da Comissão Parlamentar da Saúde.
Diário Digital 08-12-2006 11:27:37
Mais de metade dos portugueses considera que a corrupção afecta largamente a vida politica do País, revelou, quinta-feira, um estudo da organização Transparência Internacional (Transparency International-TI).
O estudo da organização não-governamental foi apresentado em Berlim e procurou mostrar como a corrupção afecta a vida das pessoas comuns, em 62 países, tanto na forma como na extensão.
O Barómetro Global da Corrupção 2006 analisou países da União Europeia e Europa de Leste, Sudoeste Europeu, África, América Latina, Ásia e Pacifico, América do Norte e Estados recentemente independentes.
Em relação a Portugal, o barómetro revelou que 2% das pessoas inquiridas admitiu ter pago um suborno nos últimos doze meses.
Neste parâmetro, a Albânia, os Camarões, o Gabão e Marrocos são os países onde mais pessoas (40%) admitiram ter pago subornos.
Por outro lado, o barómetro revelou também que entre 51 a 70% dos portugueses que participaram neste estudo consideram que a corrupção afecta largamente a vida politica do País.
Áustria, Dinamarca, Luxemburgo, Malásia, Suécia, Suiça, Países Baixos, Noruega e Finlândia são os países onde esta percentagem é mais baixa (entre 11 e 30%).
Nesse sentido, 39% dos portugueses entende que o actual Governo não tem tido uma acção efectiva no combate à corrupção, enquanto 10% partilha da opinião que não só não têm combatido eficazmente como a encorajam.
De uma maneira geral, de acordo com o barómetro, a maioria das pessoas têm uma má opinião da acção anti-corrupção do seu Governo.
Apenas uma em cinco pessoas nos Estados Unidos da América (EUA) e na União Europeia (UE) considera ter um Governo eficaz no combate à corrupção, ao mesmo tempo que uma em cinco pessoas, nos EUA, e uma em sete, na UE, é da opinião que o seu actual Governo encoraja a corrupção.
Dividindo a corrupção por sectores afectados, os portugueses não tiveram dúvidas em destacar os partidos políticos e o sector empresarial privado como os mais corruptos, com 3,9 e 3,8 pontos respectivamente, sendo que 1 ponto é o menos corrupto e 5 pontos significa extremamente corrupto.
Logo a seguir vem a administração fiscal, com 3,6 pontos, o sistema legal/justiça, com 3,4 pontos, e o Parlamento e a polícia com 3,3 pontos.
Diário Digital / Lusa
08-12-2006 9:35:00
quinta-feira, dezembro 07, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
IVG - CAMPANHA PELO NÃO
PELO SIM
05 Dec 2006 REUTERS/Miro Kuzmanovic
terça-feira, dezembro 05, 2006
A IMPORTÂNCIA DOS SÍMBOLOS
segunda-feira, dezembro 04, 2006
domingo, dezembro 03, 2006
sábado, dezembro 02, 2006
CONVERSAS DA TRETA
Todos estamos contentes por se registarem mais entradas nos museus, nomeadamente de visitantes nacionais, mas o que todos gostavam de saber era a percentagem de aumento das receitas de bilheteiras e das lojas já que o maior problema da Cultura em Portugal é de verbas.
O ponto negativo da entrevista (Dois dedos de conversa) foi a referência do entrevistador ao encerramento na época da Páscoa e sobretudo a resposta sobre a solução para esse problema. Em poucas palavras, a dita “clássica guerra da Páscoa” não é nenhuma guerra nem é clássica porque por definição greve é desobediência, que não é compaginável com atitude clássica. Quanto às causas da greve e como resolver o problema, não será com declarações como “é um problema de trabalhadores e do direito à greve” que lá se chega. É um problema de política cultural para o qual o ministério não mostra qualquer sensibilidade.
Em causa estão sobretudo lacunas como a ausência de horários dos guardas de museu, distorções sobre a aplicação do diploma de carreiras (que até vai ser mais uma vez alterado), ausência de formação profissional há muitos anos e sobretudo a falta de pessoal que mesmo sem greves já afectou diversas vezes o normal funcionamento dos serviços.
Só para que não se diga que o ministério não está a par dos problemas acrescento que, tal como aconteceu em 2005, a véspera de Natal coincide com um fim-de-semana e o pedido, feito insistentemente, para que houvesse tolerância de ponto no dia 24 ainda não teve resposta. Os guardas de museu que trabalham aos fins-de-semana e feriados desejam passar a Consoada com os seus familiares, até hoje o ministério e os institutos por ele tutelados continuam mudos.
Talvez seja pedir demais a quem não vê em causa essa reunião familiar por nunca trabalhar aos domingos.
sexta-feira, dezembro 01, 2006
quarta-feira, novembro 29, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
quarta-feira, novembro 22, 2006
domingo, novembro 19, 2006
CULTURA DE SUBSÍDIOS














