Conheceu-se esta tarde a substituição de Isabel Pires de Lima por António Pinto Ribeiro que causou alguma confusão devido ao nome do agora indigitado, com um outro de um agente cultural que foi director artístico da Culturgest.
O futuro ministro da Cultura é um quase desconhecido no meio cultural, licenciado em direito, e actualmente era administrador da PT Multimédia e da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Colecção Berardo.
Ao contrário de Vasco da Graça Moura, acho que a ministra que agora cessa funções, não teve uma actuação minimamente aceitável, nem conseguiu ter influência ou peso político para defender condignamente a sua pasta. A Cultura atingiu durante o seu mandato o ponto mais baixo, e negativo, pelo menos no que respeita à política de defesa do Património. A sua saída era aliás esperada e anunciada por muitos, mas a ocasião talvez não tenha sido a mais conveniente, porque as verbas atribuídas a este ministério já estão definidas, e são extremamente curtas, e os projectos anunciados engolem a quase totalidade do orçamento disponível.
Não conheço o novo ministro para ter algum tipo de expectativas, mas apesar de esperar que tenha uma melhor actuação do que a anterior titular, antevejo uma grande dificuldade em alterar o (mau) estado das coisas, pois o que é preciso remodelar é mesmo a política cultural seguida por este governo, e isso não me parece ser viável com José Sócrates como 1º ministro.
O futuro ministro da Cultura é um quase desconhecido no meio cultural, licenciado em direito, e actualmente era administrador da PT Multimédia e da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Colecção Berardo.
Ao contrário de Vasco da Graça Moura, acho que a ministra que agora cessa funções, não teve uma actuação minimamente aceitável, nem conseguiu ter influência ou peso político para defender condignamente a sua pasta. A Cultura atingiu durante o seu mandato o ponto mais baixo, e negativo, pelo menos no que respeita à política de defesa do Património. A sua saída era aliás esperada e anunciada por muitos, mas a ocasião talvez não tenha sido a mais conveniente, porque as verbas atribuídas a este ministério já estão definidas, e são extremamente curtas, e os projectos anunciados engolem a quase totalidade do orçamento disponível.
Não conheço o novo ministro para ter algum tipo de expectativas, mas apesar de esperar que tenha uma melhor actuação do que a anterior titular, antevejo uma grande dificuldade em alterar o (mau) estado das coisas, pois o que é preciso remodelar é mesmo a política cultural seguida por este governo, e isso não me parece ser viável com José Sócrates como 1º ministro.
*** * ***
FOTOS - COPOS



