Uma ausência para gozo de umas merecidas férias ter-me-á feito perder algumas situações bem curiosas, isto a crer no que pude ler nas notícias dos últimos dias.
O senhor comendador Berardo a falar de Cultura, quem diria (?), lembrou-se de mencionar o professor Cavaco Silva, também ele um marco cultural deste país, e logo para recordar que no seu tempo nem sequer havia um Ministério da Cultura, sendo suficiente um secretário de Estado, no caso o inefável “menino guerreiro”, Santana Lopes.
Entre o bolo-rei, os magaíssas que trabalhavam nas minas de um país do sul da África e os violinos de Chopin não encontro qualquer ligação lógica, dentro do campo cultural, mas em Portugal aquilo a que se chama Cultura por vezes é uma surpresa até para alguém da minha idade.

